CCV_caio22
09-02-2008, 12:50 PM
Presas em elevador, mulheres comem aspirina para matar a fome
As norte-americanas sobreviveram com apenas 2 pastilhas contra tosse e 6 aspirinas.
A dupla dormiu sobre casacos e usou um canto do elevador como banheiro.
Duas faxineiras, trancadas dentro de um elevador, sobreviveram por dois dias com apenas duas pastilhas contra tosse e seis aspirinas, at serem resgatadas.
Beata Bartoszewicz e sua me, Roma Borowski, entraram no elevador de um prdio vazio no subrbio de Chicago no dia 22 de dezembro. Depois que a porta fechou, elas se descobriram presas no primeiro andar do prdio de dois andares.
Segundo Bartoszewicz, no houve nenhuma resposta ao alarme de emergncia e elas no conseguiram abrir a porta fora.
Nenhuma das duas tinha celular ou gua e o prdio no iria abrir at depois do Natal.
A dupla ficou tonta de fome. Eu cheguei a pensar que iria morrer, disse Bartoszewicz.
As duas mulheres tentaram dormir sobre seus casacos e usaram um dos cantos do elevador como banheiro.
Bartoszewicz disse que sua me tentava anim-la todo o tempo.
Ela ficava dizendo, Vamos ficar bem, e vamos passar o Natal em casa, disse a jovem de 25 anos.
Dois dias depois, na vspera de Natal, um empregado do prdio acabou indo trabalhar. Borowski disse que ouviu ele falar ao telefone. As mulheres gritaram para chamar a ateno e ele as ouviu.
Os bombeiros libertaram as duas mulheres uma hora depois.
Bartoszewicz disse que a moral da histria simples: Sempre leve o seu celular com voc.
As norte-americanas sobreviveram com apenas 2 pastilhas contra tosse e 6 aspirinas.
A dupla dormiu sobre casacos e usou um canto do elevador como banheiro.
Duas faxineiras, trancadas dentro de um elevador, sobreviveram por dois dias com apenas duas pastilhas contra tosse e seis aspirinas, at serem resgatadas.
Beata Bartoszewicz e sua me, Roma Borowski, entraram no elevador de um prdio vazio no subrbio de Chicago no dia 22 de dezembro. Depois que a porta fechou, elas se descobriram presas no primeiro andar do prdio de dois andares.
Segundo Bartoszewicz, no houve nenhuma resposta ao alarme de emergncia e elas no conseguiram abrir a porta fora.
Nenhuma das duas tinha celular ou gua e o prdio no iria abrir at depois do Natal.
A dupla ficou tonta de fome. Eu cheguei a pensar que iria morrer, disse Bartoszewicz.
As duas mulheres tentaram dormir sobre seus casacos e usaram um dos cantos do elevador como banheiro.
Bartoszewicz disse que sua me tentava anim-la todo o tempo.
Ela ficava dizendo, Vamos ficar bem, e vamos passar o Natal em casa, disse a jovem de 25 anos.
Dois dias depois, na vspera de Natal, um empregado do prdio acabou indo trabalhar. Borowski disse que ouviu ele falar ao telefone. As mulheres gritaram para chamar a ateno e ele as ouviu.
Os bombeiros libertaram as duas mulheres uma hora depois.
Bartoszewicz disse que a moral da histria simples: Sempre leve o seu celular com voc.