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Ver Versão Completa : [NEW]Conheça o Zeebo, console de conceito inovador da Tectoy



CCV_Morcego
16-11-2008, 12:14 AM
A Tectoy acaba de revelar oficialmente um console inédito no mundo, que segue um conceito revolucionário. Para quem conhece o trabalho da empresa nos últimos anos, pode até estar pensando que se trata apenas de mais uma variação dos consoles Master System ou MegaDrive, ou alguma coisa deste porte, mas desta vez a novidade é realmente bombástica. Em parceria com a Qualcomm – gigante americana da área de telecomunicação wireless -, a surpresa é o console Zeebo, que traz como grande novidade a inclusão de um modem de telefonia celular 3G dentro do aparelho, fazendo com que o videogame se conecte por conta própria à uma rede sem-fio chamada ZeeboNet 3G, bastando para isso estar conectado na tomada e estando em uma área de cobertura do sinal de telefonia celular. O console não traz entrada para cartuchos e nenhuma outra mídia externa como CDs ou DVDs, os jogos são transferidos diretamente para a memória do Zeebo pela rede de telefonia celular, de forma totalmente transparente para o jogador, que apenas vai ligar o aparelho e escolher entre jogar ou baixar novos games.
Como é possível notar, trata-se de um conceito realmente inovador no mercado de consoles, sendo que o foco da Tectoy é justamente a classe média e os países em desenvolvimento, de olho especialmente no “BRIC”, termo que define os 4 países com crescimento mais expressivo e de maior expansão da atualidade: Brasil, Russia, India e China. O Brasil, porém, será o primeiro país a receber o Zeebo, que inclusive será fabricado totalmente dentro do país, pelo pólo industrial da Tectoy em Manaus, com a chance de expansão para outros mercados emergentes ao redor do planeta.

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O Zeebo não vem para brigar diretamente com os consoles da nova geração, como Xbox 360 e PlayStation 3, mas sim para oferecer uma alternativa viável para aqueles consumidores que ainda estão em uma escala inferior e hoje acabam comprando um PS2 desbloqueado para rodar apenas jogos piratas, por falta de outra oportunidade. Com um preço estimado para o mercado na casa de R$ 599 e disponível nas grandes lojas de varejo, com opções de facilidade do pagamento, a Tectoy espera chegar até este público, oferecendo jogos originais, que serão comprados com preço médio de R$ 20, podendo variar entre R$ 10 e R$ 30. Os próprios executivos da empresa esperam que a qualidade gráfica esteja entre o PS1 e o PS2, ficando no início talvez mais próximo do PS1 e com o passar do tempo e com o desenvolvimento de novos games, podemos chegar até a algo similar ao Resident Evil 4 no PS2. A diferença é que todos os games serão 100% em português e podemos dizer que o Zeebo é a prova de pirataria, já que a única forma de transferir os games é pela rede ZeeboNet 3G.
A perspectiva da Tectoy neste momento, após o anúncio do seu console revolucionário ao público, é abrir uma fase de testes com um número fechado de usuários selecionados (que ainda não foi definido como será a seleção) com o início ainda em dezembro de 2008, que segundo apuramos poderá chegar até 1.000 usuários. Em seguida, a empresa planeja fazer o lançamento comercial em uma cidade escolhida perto de março de 2009, ainda em caráter experimental, para então fazer o lançamento definitivo nas lojas de todo o Brasil para o Dia das Crianças do ano que vem.
Para comprar os games, os usuários devem adquirir créditos em sua conta (chamados de Z-Credits), que poderão ser recarregados de diversas formas como cartão de crédito, boleto bancário, crédito em conta corrente ou cartão pré-pago, que poderão ser adquiridos em estabelecimentos comerciais. Os games lançados não serão simples conversões de outras plataformas, haverá todo um processo de preparação para deixá-los aptos para rodar no Zeebo, que vai desde a tradução das falas, menus e interfaces com o usuário, até a melhorias ou otimizações gráficas e preparo para a jogabilidade no joystick. A idéia é trabalhar com publishers conhecidas de renome mundial, tais como Sega, Capcom e Namco, além de contar com um controle no lançamento que englobe a função de acelerômetro, que inclui um sensor de movimento como o Wii da Nintendo.


Primeiras Impressões

A Games Brasil (www.gamesbrasil.com.br) teve a chance de participar de uma sessão de testes exclusiva com o Zeebo na última segunda-feira (10/11), quando pudemos ser os primeiros do mundo a colocar as mãos no console e jogar dois games que já se encontram em estado bem avançado de produção. Jogamos uma conversão do clássico FPS Quake da id e de um dos games da franquia de corrida Crash Bandicoot que há anos faz tanto sucesso entre a garotada nos consoles. Em ambos, a experiência foi bem divertida, rodando ambos os títulos com boa estabilidade e mostrando uma adaptação adequada para um joystick USB que ainda não era o controle oficial que deve acompanhar o Zeebo na sua versão comercial.
A versão final do console que chegará nas lojas deve incluir 6 games no pacote, incluindo o próprio Quake, uma conversão de Prey, um jogo para testar a inteligência e a memória (similar aos títulos de de QI que ganharam popularidade nos portáteis DS e PSP), e ainda algumas séries bastante conhecidas como FIFA e Need For Speed. Claro que é possível alguma alteração neste sentido até o lançamento, o que deve ser oficializado quando estivermos mais próximos de acontecer.
Vale ressaltar ainda que o Zeebo ainda tem outras opções que podem ser exploradas no futuro, como multiplayer online através da rede ZeeboNet 3G, assim players de vídeo ou música, mas que a Tectoy ainda não fala. Mesmo assim, a empresa garante que não haverá cobrança de mensalidade para o uso do normal do console, sendo necessário apenas adquirir créditos para a compra de novos games. A Tectoy estima hoje uma memória com capacidade de 1 GB para armazenar os jogos, o que daria para manter cerca de 50 games salvos, em média, mas a empresa admite que até o lançamento da versão final o videogame poderá contar com um espaço maior, devido a queda de preço significativa que os chips de memória estão tendo na atualidade.


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A 4ª Plataforma do Mercado de Consoles

Com este projeto no mínimo audacioso, a Tectoy planeja estabelecer a 4ª plataforma da atualidade, senão competindo diretamente com as três primeiras mantidas pelas gigantes Sony, Microsoft e Nintendo, pelo menos ocupando um espaço até então pouco explorado, que é o de maior acessibilidade, sem que o usuário de classe média seja obrigado a partir para opções ilegais e fazer uso da pirataria.
Para trazer mais detalhes e os planos da empresa, a GB participou de uma entrevista exclusiva ao lado do portal UOL Jogos (com o jornalista Théo Azevedo), quando pudemos conversar o CEO da Tectoy Fernando Fischer, o executivo Reinaldo Normand - um dos criadores do Zeebo e que lidera atualmente o escritório dos EUA da empresa com o nome de Zeebo Inc. -, e com a gerente da marketing da companhia Vanessa Artea.
Acompanhem na íntegra o que os executivos nos revelaram em primeira-mão.


Entrevista

Qual é a data de lançamento do console?

Fernando Fischer: O lançamento no Natal, chamado de “VIP Test”, será controlado, com um grupo seleto de consumidores, iniciativa que ainda está em processo de elaboração. Em seguida, por volta de março, vamos escolher uma cidade do Brasil para fazer uma campanha, como Campinas ou Curitiba – em São Paulo, perderíamos o controle -, com publicidade e vendas no varejo. Depois vamos abrir em pequenas quantidades no varejo e liberar de vez no Dia das Crianças do ano que vem.
Queremos aprender com o consumidor, e para isso precisamos controlar, de certa forma, as unidades vendidas, observando, por exemplo, como ele vai fazer o download e criando uma área de atendimento VIP. Queremos ter certeza que o consumidor não vai enfrentar nenhuma dificuldade e que a tecnologia vai rodar direitinho, para ir fazendo os aumentos de escala.


Quais são os títulos previstos para o lançamento do console?

Reinaldo Normand: Tendo em vista março, teremos “Crash Bandicoot”, “Resident Evil”, “Street Fighter”, “Ridge Racer”, “Tekken”, “Virtua Tennis”, “Double Dragon” e “Sonic”. Não posso ainda lhe dizer qual título vai ser, por questões de desenvolvimento, mas todas as franchises mais famosas que você conhece e aprendeu a amar nos últimos anos estarão disponíveis no Zeebo vindas de outras plataformas ou, em alguns casos, com versões exclusivas.


Quanto vai custar, em média, cada jogo?

FF: Em média, R$ 20, mas haverá jogos a partir de R$ 10 até R$ 30. Existe uma premissa importante a destacar: o produto foi desenvolvido para os países emergentes, onde a pirataria é um grande problema. Nós normalmente temos a tendência de fazer comparações com as tecnologias de ponta, que são muito legais, mas inacessíveis para a imensa maioria da população, principalmente 1 bilhão de pessoas que subiram de classe, segundo recente estudo da Goldman Sachs.

É para este público que o nosso produto está sendo desenvolvido. E aí entram a importância de encostar o preço do software no preço da pirataria e, principalmente a facilidade de compra, que já vem com seis jogos e depois há um catálogo que, esperamos, seja de 50 títulos até o final de 2009. Todo jogo e todo console evolui ao longo do tempo, então eu te garanto que o jogo que está saindo agora e o jogo que sair daqui a seis meses serão muito diferentes, e assim por diante, de acordo com a curva de aprendizado.
RN: Os jogos crescem em progressão geométrica de acordo com a base instalada, modelo convencional da indústria.


Há quanto tempo o console está em produção?

RN: A patente foi concebida em abril de 2006.
FF: Em julho de 2007, fizemos a primeira viagem para a Qualcomm para fazer a apresentação. Dois ou três meses depois, a vontade deles em entrar no negócio já estava resolvida, só demorou mais seis meses para passar pelos advogados, que é outro problema. Em fevereiro de 2008, comunicamos que a Qualcomm compraria 42% da Tectoy por US$ 5,4 milhões, dinheiro colocado todo em investimento nos Estados Unidos.

Existem produtoras estrangeiras desenvolvendo para o console? Se sim, quais

RN: Namco, Capcom, Sega, Activision, 3D Realms, Id Software, Gameloft, Electronic Arts.

Qual é o público-alvo do Zeebo?

FF: Hoje existe um consumidor que compra o produto porque acha o software pirata nas “Santa Efigênias da vida”. Com isso, ele deixa de ir para o varejo, que não vende, enquanto o publisher não tem interesse, pois não consegui ganhar dinheiro em países emergentes. O governo não arrecada e, como conseqüência, a indústria não consegue fazer dinheiro nesse mercado.
O que enxergamos com o Zeebo foi a oportunidade, em vez de ficar brigando legalmente com a pirataria, abordar diretamente o consumidor. Então o Zeebo, a partir deste conceito, consegue dar a oportunidade de pai e filho entrarem em acordo para comprar um produto legal, já que depois ele terá jogos por um preço muito parecido com o que ele encontraria na Santa Ifigênia. O grande beneficiado, se for pra escolher um, é o publisher, pois fica aberta a avenida para coletar royalties de países emergentes.
Vanessa Artea: O público-alvo é a classe média, em meninos de 10 a 13 anos, por que eles têm o Zeebo como opção de produto legal. O público secundário seria entre 6 e 9 anos. Fizemos pesquisas e descobrimos que a classe C tem um problema moral em consumir o pirata, além de reconhecer a má qualidade.

Quem são os competidores do Zeebo?

FF: O PlayStation 2. E com a alta do dólar e a suposta vinda da Sony ao Brasil para fabricar o console, ela vai ter que jogar o jogo como todos jogam, o que deve significar aumento de preços. Mesmo o varejo muitas vezes não exerce os preços corretos. O Zeebo vai disputar espaço com o PS2.

Por quais razões um jogador deve escolher o Zeebo ao invés do PS2, para citar um exemplo?

VA: O aspecto legal do console e dos jogos, que estão em português. O modelo de compra é inovador, então para os jovens que são ligados em baixar música e filmes, vão baixar os jogos também. Não é preciso guardar a mídia física e o acelerômetro, que o PlayStation 2 não tem.

O Zeebo possui alguma funcionalidade além de videogame?

FF: O Zeebo é um videogame e não podemos nos esquecer nunca disso. Em termos de evolução, ele tem que oferecer sempre melhores e mais jogos. O outro caminho que entendemos é o da conectividade, colocando a classe média e até a classe baixa, por que não, para jogar e competir online. São coisas que serão implementadas ao longo do caminho, com a evolução do console.
RN: Como o console é capaz de baixar conteúdo “over-the-air”, imaginamos que no futuro ele possa baixar um player de foto ou de vídeo.

O Zeebo representa uma oportunidade para as produtoras de games nacionais?

FF: Primeiro vamos pelo caminho tradicional, com grandes marcas, que todos já conhecem, para referendar o console. Mas nós queremos muito isso [trabalhar com as produtoras de games nacional] e achamos que existe um caminho muito bacana para fazer algo com o Governo, propondo desenvolver para a plataforma e remunerar com os royalties. O caminho com as produtoras é enorme para desenvolver para a plataforma. A Tectoy Digital, em Campinas, é uma empresa que está desenvolvendo e portando jogos para a plataforma, o que é um começo importante, mas queremos mais gente.

O multiplayer online será cobrado? Haverá cobrança por algum outro serviço que não os jogos?

FF: Em um curto período de tempo, o consumidor só vai pagar pelos jogos. Ainda não sabemos como vamos cobrar pelo multiplayer online nem quando ele será implementando. A publicidade in game, de repente, pode subsidiar o serviço, mas ainda é cedo para dizer. É importante destacar que o consumidor não pagará nenhum tipo de mensalidade por ter um Zeebo. Ele só pagará pelo jogo que comprar.
O Zeebo vai se conectar a alguma operadora específica de celular?
FF: Ele pode se conectar a qualquer uma que possua cobertura 3G. No começo, será a Claro.
E para as áreas onde a cobertura 3G não existe ou é precária?
FF: Vai para a rede “Edge”, mas a cobertura da Claro hoje é de se respeitar.
RN: Fiz um download, na semana passada, de 16 MB em três minutos.
Se fosse para comparar com algum dos consoles atuais do mercado, qual é o potencial técnico do Zeebo?
RN: No início, o Zeebo fica entre o PlayStation e o PlayStation 2, por causa da curva de aprendizado, mais próximo do PSOne, e mais para o meio da vida aproximando-se do PS2. Em teoria, com o decorrer do tempo, conseguimos uma capacidade gráfica muito próxima à do PlaySation 2, mas não hoje. Entre seis e doze meses, teremos coisas muito bacanas, próximo a “Residente Evil 4”, para fazer uma comparação.
FF: É claro que o console terá sua evolução. Hoje a Qualcomm já está desenvolvendo uma nova versão do chipset, mas aí seria uma outra edição do console.

Sobre o controle, não há nenhuma perspectiva para adicionar um dispositivo sensível aos movimentos?

FF: A Tectoy Digital está desenvolvendo um jogo de esportes radicais (seis jogos) com suporte ao acelerômetro. Em março, para o processo de teste em uma cidade a definir, a idéia é já ter o controle disponível.
Hoje o Zeebo pode apresentar gráficos satisfatórios, mas com a enorme concorrência do mercado e a popularização da alta definição, poderio visual e técnico não vão fazer falta dentro de alguns anos?
FF: Muito tempo de mercado, principalmente se você pensar que o objetivo de mercado desta plataforma é manter o preço e oferecer mais para o consumidor.
Qual foi o investimento em torno do Zeebo?
FF: Em 2008, falando de Brasil, são R$ 7 milhões. Lá fora foram colocandos US$ 200 mil mais US$ 5,4 milhões, frutos da aquisição de 42% das ações da Tectoy por parte da Qualcomm.
Quais as estimativas de venda em torno do console?
FF: Não podemos falar sobre isso, por sermos empresa aberta.

Tectoy e Qualcomm estão de olho no mercado internacional? E quanto aos países emergentes? O Zeebo não seria uma boa aposta para eles?

FF: A idéia é que a empresa americana seja “stand alone”, ou seja, viva por ela mesma, sustentando-se pelos royalties, tanto dos games quanto dos consoles. O que ela deve fazer agora é encontrar parceiros locais, e já começou a prospectar no México e na China. É um conceito de franquia.

A Tectoy vai continuar vendendo o Master System ou o Mega Drive?

FF: Por ano, são vendidos cerca de 100 mil unidades do Master System, só para você ter uma idéia. Não os consideramos concorrentes do Zeebo e vamos continuar a vendê-los.

CCV_Jh0n
16-11-2008, 09:58 AM
E qual sua opinião pessoal sobre esse console ?
Ele tomará lugar de algum outro console existente ?

CCV_Morcego
16-11-2008, 01:58 PM
malandro, eu num sei...

mais do geito q os caras tao falando, parece q ele vai vir pra competir com os 3 consoles da nova geração (Xbox 360, PS3, Wii)

e outra, eu sou superrrrr a favor de um game 100% poduzido aqi no brasil, a espectativa de jogos sera muito grande, e de preços populares, em q o mais caro sera 23 reias ^^

vai ser como morar nos estados unidos, e compra um ps3 por 200 dolar e um jogo original por 3 dollar ^^

nao era pirataria e etc...

pq o foco da pirataria eh aqi, e por nos nao termmos condiçoes de sempre comprar jogos originais, ai vem os desblokeios e etc...


eu sou 100% com esse novo console

CCV_Shadi
16-11-2008, 03:24 PM
Idem, se vai lançar ano que vem e depois de 6 meses teremos gráficos pra esse console de ps2, sou a favor. eu compraria.

Ozzy_
16-11-2008, 07:34 PM
pow cara isso eh mt bom véio vo enche o saco aqui em casa pra compra um desse pra mim :)

CCV_Morcego
16-11-2008, 07:37 PM
eu tanbem fikei muito feliz com a noticia...

temmos q esperar pra ver os titulos tanbem né...

pq nao adianta agente comrpa tanbem uma coisa, pra depois agente fica jgando "alex kid" hehehe

pq a tec toy tanbem é xeia disso ^^

Sonic
16-11-2008, 07:41 PM
hiuaehieu verdade..mas

Vamos dizer que tenha bons jogos, de qualidade grafica boa

quanto tempo levaria pra baixar? o.O

CCV_Morcego
17-11-2008, 07:20 AM
independente da quantidade de tempo, isso é o de menos...
o importante é que os jogos vao ser todos em portugues ^^

ja pensou um jogo totalmente BR...tipo um final fantasy XIII ou um ninja gaiden II com menu e falas em portugues e totalmente produzido aqi??

o melhor exemplo disso é é o hallo III q tem menu e narração 100% brasileira...kem jogou sabe, negocio parece um filme !!

CCV_Shadi
17-11-2008, 11:51 AM
Meu, aposto que vão reviver clássicos pra esse Zeebo, como PSO1, PSO2, PSO3, PSO4. Tudo em português *_*

Talvez revivam Shenmue *________________________*

CCV_HEALbra
17-11-2008, 12:16 PM
“Crash Bandicoot”, “Resident Evil”, “Street Fighter”, “Ridge Racer”, “Tekken”, “Virtua Tennis”, “Double Dragon” e “Sonic”

CRASH BANDICOOOOOOOOOOOOOOOOOOOT!!

AHHHHHHHHHHH...vo compra essa ***** na hora!!

CCV_Morcego
17-11-2008, 01:37 PM
talvez revivam shenmue *________________________*




deus de ouça !!

Colecionador
17-11-2008, 03:24 PM
Owned velho que massa ia ser loko msmo
um Console 100% brazukas lek...
E eles cobrariam pelo serviço de download certo...
ouvir dizer qu eo 3g num e muito rapido tbm...

CCV_Morcego
17-11-2008, 07:10 PM
bom, eu usava o 3g da claro...

é uma merda ¬¬

CCV_Shadi
18-11-2008, 12:59 PM
o 3g ainda é experimental no brasil, é a famosa WAN.

mas até o meio do ano que vem ela já vai estar 100%

Slip
31-03-2010, 11:40 PM
d+ esse topico '.' :mellow:

CCV_BasketE
01-04-2010, 02:13 AM
nossa
se tiver esses joguinhos do antigo PS e do PS2 eu ja comprei.