CCV_Demmony
21-08-2008, 05:40 PM
Bom galera... ja que vcs pediram... vai um resumão de como fununcia a Internet no Brasil... fiz um catadão de informações da net... vai ai...
- Funciona mais ou menos assim :
A Internet é uma rede global de telecomunicações que conecta milhões de computadores em todo o mundo e cujas características principais são:
É formada pela conexão de várias redes que podem operar estando ou não conectadas com outras redes.
A operação da rede não é dependente de nenhuma entidade de controle centralizado.
Qualquer computador conectado a Internet pode se comunicar com outro também conectado a Internet. Esta comunicação é gratuita.
Email e WEB ainda são os serviços principais propiciados pela Internet, embora o seu uso tem sido feito também para aplicações de serviços de Voz (VoIP) e para a transmissão de conteúdos de áudio e vídeo sob demanda (música, filmes, show, e até mesmo programação de TV).
A arquitetura típica da Internet é apresentada na figura a seguir.
http://www.teleco.com.br/imagens/tutoriais/tutorialinter_figura1.gif
- Clientes
O acesso a Internet é feito normalmente através de microcomputadores (PCs) que estão conectados a rede através de um provedor de acesso a Internet.
Este acesso pode ser do tipo discado, banda larga ou através da rede corporativa de uma empresa. Consulte os Tutoriais “Acesso a Internet” e “ADSL” do Teleco.
- Provedor de Acesso a Serviços Internet (PASI)
O PASI provê conexão a Internet a seus clientes utilizando normalmente a rede telefônica para acesso discado. São oferecidas também conexões de banda larga como o ADSL ou via TV a Cabo.
Para um grande provedor de Internet estas conexões de clientes ocorrem em um ponto de presença do provedor na cidade onde está localizado o cliente.
Estes pontos de presença estão conectados às instalações centrais do PASI onde estão localizados o servidor de emails e o servidor WEB, além das conexões ao Backbone Internet.
- Backbone Internet
O Backbone Internet é formado por vários backbones ou sistemas autônomos. Um sistema autônomo é uma rede ou conjunto de redes que está sob uma única administração ou política de roteamento.
Os sistemas autônomos pode estar conectados diretamente ou através de um PTT (Ponto de Troca de Tráfego).
- Agora como funciona no Brasil!!!!
Um Comitê Gestor da Internet (cgi.br) foi estabelecido pelo governo no Brasil em 1995 para dar diretrizes à implantação da Internet no país. O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br) é a entidade civil, sem fins lucrativos, que desde dezembro de 2005 implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dentre suas atribuições estão:
O registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br>, e a distribuição de endereços IPs, através do Registro.br;
O tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet brasileira, através do CERT.br;
A promoção da infra-estrutura para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet Brasileira, através do PTT.br;
A divulgação de indicadores e estatísticas e informações estratégicas sobre o desenvolvimento da Internet brasileira, através do CETIC.br;
O suporte técnico e operacional ao LACNIC, Registro de Endereços da Internet para a América Latina e Caribe.
Backbones
- A tabela a seguir apresenta os principais Backbones de Internet ou sistemas autônomos (AS) existentes no Brasil.
Nacionais Embratel, Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Oi/Telemar, Brasil Telecom, KDD Nethal, Comsat Brasil, Impsat Comunicações, AT&T, NTT, Diveo do Brasil, CTBC, Mundivox do Brasil, Telefonica e Intelig.
Estaduais ANSP (SP), Rede Norte-riograndense de Informática (RN), Rede Pernambuco de Informática (PE), Rede Rio (RJ), Rede Tchê (RS) e REMAV (Redes Metropolitanas de Alta Velocidade).
O primeiro Backbone a ser estabelecido no Brasil foi o da RNP e o maior é o da Embratel.
- Pontos de Troca de Tráfego - PTT
Com a proliferação dos provedores de acesso no Brasil e no mundo, foram instituídos os PTT’s, ou Pontos de Troca de Tráfego, que são locais com infra-estrutura adequada para que os diversos provedores de backbones pudessem fazer a trocar de trafego de suas redes (Peering) de forma neutra, organizada e segura.
No Brasil o primeiro PTT foi instituído inicialmente pela FAPESP em São Paulo e, após o período inicial e de consolidação do seu conceito, a operação do PTT foi transferida para a inciativa privada, tendo seu nome mudado para NAP do Brasi
Após o NIC.br assumir a responsabilidade pelas ações do CGI.br, foram criados também outros PTT's nas principais capitais do país, sob a coordenação do PTT.br.
- PTT.br
PTTMetro foi o nome dado ao projeto do CGI.br que promove e cria a infra-estrutura necessária (Ponto de Troca de Tráfego - PTT) para a interconexão direta entre as redes ("Autonomous Systems" - ASs) que compõem a Internet Brasileira. A atuação do PTTMetro volta-se às regiões metropolitanas que apresentam grande interesse de troca de tráfego de Internet.
Um PTTMetro é uma interligação em área metropolitana de pontos de interconexão de redes (PIXes), comerciais e acadêmicos, sob uma gerência centralizada.
- As características fundamentais para a implementação adequada de um PTTMetro são:
Neutralidade - independência de provedores comerciais
Qualidade - troca de tráfego eficiente
Baixo custo das alternativas, com alta disponibilidade
Matriz de troca de tráfego regional única.
Segundo o CGI.br, a sua coordenação do PTTMetro, operado por organizações tecnicamente habilitadas e sem fins lucrativos, e que devem estabelecer os requisitos de arquitetura e gerência das interconexões, garantem os dois primeiros tópicos.
Ainda segundo essa filosofia, a hospedagem dos PIXes em instalações comerciais com elevado padrão de segurança e infra-estrutura, agregando matrizes de tráfego já existentes, é condição para obtenção dos demais quesitos acima.
Os PTTMetros identificados até o momento e em fase operacionais encontram-se nas seguintes regiões metropolitanas:
Belo Horizonte
BrasíliaCuritiba
Florianópolis
Porto Alegre
Rio de Janeiro
São Paulo
Como citado acima, o PTT instituído inicialmente pela FAPESP teve a sua operação transferida para a Terremark, empresa especializada na construção e operação de PTT’s em âmbito mundial, conhecidos internacionalmente como NAP’s (Network Access Points).
O NAP do Brasil, como foi posteriormente denominado o PTT da FAPESP, é um grande Data Center provido de infra-estrutura moderna para acomodar tanto as plataformas para a realização da troca de tráfego entre os diversos backbones, como os equipamentos dos maiores provedores de intra-estrutura de acesso (última milha), assegurando uma conectividade massiva ao site aliada à uma disponibilidade ainda maior destes serviços de acesso através da presença de rotas de redundantes.
Além disso, o NAP do Brasil provê toda a infra-estrutura de segurança física, incluindo controle de acesso biométrico, além de oferecer altíssimos SLA’s para abrigar equipamentos (energia, ar-condicionado, etc.), e para realizar os serviços de troca de tráfego, permitindo o funcionamento ininterrupto “de” e “entre” todos os backbones.
Com a instituição do NAP do Brasil, a troca de tráfego passou a ocorrer também entre os backbones de acesso à Internet, os Provedores de Conteúdo (Yahoo, Akamai, órgãos governamentais, entre outros), Provedores de Serviços VoIP, e mesmo com alguns usuários corporativos de grande porte. Essas novas formas de utilização dos serviços do NAP abrem um novo leque de possibilidades para usos semelhantes para redes administradas por associações de classe ou empresariais, que necessitam manter pontos de troca de tráfego e que poderiam ainda contar com os benefícios dos serviços de Peering como forma de valorizar as sua redes junto a associados e parceiros, aumentando a performance dos serviços oferecidos bem como reduzindo os custos operacionais.
Em 2006 a própria FAPESP efetuou o outsourcing de parte da Rede ANSP para o NAP do Brasil, usufruindo assim de toda a infra-estrutura existente para conectar as diversas instituições cientificas, acadêmicas e de pesquisa do país.
Outra aplicação viabilizada pelo PTT é o VoIP Peering, ou seja, a troca de tráfego entre prestadores de serviços de VoIP, que permite que as diversas redes desses operadores possam fazer interconexão direta, sem ter que passar pelas redes de terceiros, sejam elas de prestadores de telefonia fixa ou celular. A primeira plataforma para VoIP Pering no Brasil será ativada em breve no NAP do Brasil. Essa plataforma deverá ser interconectada à plataforma de Troca de Tráfego do NAP para que o peering compreenda além da mídia (canais de voz), a sinalização e o compartilahmento da base de dados (serviço ENUM).
Em março de 2007 o NAP do Brasil hospedava 20 provedores de backbone nacional/internacional e de serviços VoIP, 11 provedores de acesso, 5 provedores de conteúdo, e mais de 65 instituições ligadas a rede ANSP.
A tabela a seguir lista as principais empresas presentes no NAP do Brasil:
Provedores de Backbone: Global Crossing, LA Nautilus, TVA/Ajato, Impsat e Comsat
Provedores de Acesso: Embratel, Telefonica, Telemar, Brasil Telecom, CTBC e Eletropaulo Telecom
Provedores de Conteúdo: Akamai, VeriSign e Yahoo!
Referências
- Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI
Comitê criado pelo Governo com o objetivo de fomentar as atividades de implantação, administração e uso de serviços internet no Brasil.
- Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br
Entidade civil, sem fins lucrativos, criada em dezembro de 2005 para implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
- Registro.br
Responsável pelo registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br>, e pela distribuição de endereços IPs.
- CERT.br
Responsável pelo tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet brasileira.
- PTT.br
Responsável pela promoção da infra-estrutura para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet brasileira.
- CETIC.br
A divulgação de indicadores e estatísticas e informações estratégicas sobre o desenvolvimento da Internet brasileira.
- RNP
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.
- Internet Society (ISOC)
É uma sociedade sem fins lucrativos que dá suporte financeiro e legal aos grupos de trabalho da Internet.
- The Internet Engineering Task Force (IETF)
É uma comunidade aberta que contribui para a evolução da Internet. Indica membros para os grupos que participam do processo de elaboração de normas para internet (RFC), listados a seguir:
Internet Architecture Board (IAB), IRTF, RFC Editor, IANA.
- ICANN
The Internet Corporation for Assigned Names and Numbers é responsável pela alocação de endereços IP e DNS. O registro de DNS é feito através do site Internic.
- W3C
World Wide Web Consortium (W3C), organização fundada para desenvolver padrões para a Web.
- Funciona mais ou menos assim :
A Internet é uma rede global de telecomunicações que conecta milhões de computadores em todo o mundo e cujas características principais são:
É formada pela conexão de várias redes que podem operar estando ou não conectadas com outras redes.
A operação da rede não é dependente de nenhuma entidade de controle centralizado.
Qualquer computador conectado a Internet pode se comunicar com outro também conectado a Internet. Esta comunicação é gratuita.
Email e WEB ainda são os serviços principais propiciados pela Internet, embora o seu uso tem sido feito também para aplicações de serviços de Voz (VoIP) e para a transmissão de conteúdos de áudio e vídeo sob demanda (música, filmes, show, e até mesmo programação de TV).
A arquitetura típica da Internet é apresentada na figura a seguir.
http://www.teleco.com.br/imagens/tutoriais/tutorialinter_figura1.gif
- Clientes
O acesso a Internet é feito normalmente através de microcomputadores (PCs) que estão conectados a rede através de um provedor de acesso a Internet.
Este acesso pode ser do tipo discado, banda larga ou através da rede corporativa de uma empresa. Consulte os Tutoriais “Acesso a Internet” e “ADSL” do Teleco.
- Provedor de Acesso a Serviços Internet (PASI)
O PASI provê conexão a Internet a seus clientes utilizando normalmente a rede telefônica para acesso discado. São oferecidas também conexões de banda larga como o ADSL ou via TV a Cabo.
Para um grande provedor de Internet estas conexões de clientes ocorrem em um ponto de presença do provedor na cidade onde está localizado o cliente.
Estes pontos de presença estão conectados às instalações centrais do PASI onde estão localizados o servidor de emails e o servidor WEB, além das conexões ao Backbone Internet.
- Backbone Internet
O Backbone Internet é formado por vários backbones ou sistemas autônomos. Um sistema autônomo é uma rede ou conjunto de redes que está sob uma única administração ou política de roteamento.
Os sistemas autônomos pode estar conectados diretamente ou através de um PTT (Ponto de Troca de Tráfego).
- Agora como funciona no Brasil!!!!
Um Comitê Gestor da Internet (cgi.br) foi estabelecido pelo governo no Brasil em 1995 para dar diretrizes à implantação da Internet no país. O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br) é a entidade civil, sem fins lucrativos, que desde dezembro de 2005 implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dentre suas atribuições estão:
O registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br>, e a distribuição de endereços IPs, através do Registro.br;
O tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet brasileira, através do CERT.br;
A promoção da infra-estrutura para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet Brasileira, através do PTT.br;
A divulgação de indicadores e estatísticas e informações estratégicas sobre o desenvolvimento da Internet brasileira, através do CETIC.br;
O suporte técnico e operacional ao LACNIC, Registro de Endereços da Internet para a América Latina e Caribe.
Backbones
- A tabela a seguir apresenta os principais Backbones de Internet ou sistemas autônomos (AS) existentes no Brasil.
Nacionais Embratel, Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Oi/Telemar, Brasil Telecom, KDD Nethal, Comsat Brasil, Impsat Comunicações, AT&T, NTT, Diveo do Brasil, CTBC, Mundivox do Brasil, Telefonica e Intelig.
Estaduais ANSP (SP), Rede Norte-riograndense de Informática (RN), Rede Pernambuco de Informática (PE), Rede Rio (RJ), Rede Tchê (RS) e REMAV (Redes Metropolitanas de Alta Velocidade).
O primeiro Backbone a ser estabelecido no Brasil foi o da RNP e o maior é o da Embratel.
- Pontos de Troca de Tráfego - PTT
Com a proliferação dos provedores de acesso no Brasil e no mundo, foram instituídos os PTT’s, ou Pontos de Troca de Tráfego, que são locais com infra-estrutura adequada para que os diversos provedores de backbones pudessem fazer a trocar de trafego de suas redes (Peering) de forma neutra, organizada e segura.
No Brasil o primeiro PTT foi instituído inicialmente pela FAPESP em São Paulo e, após o período inicial e de consolidação do seu conceito, a operação do PTT foi transferida para a inciativa privada, tendo seu nome mudado para NAP do Brasi
Após o NIC.br assumir a responsabilidade pelas ações do CGI.br, foram criados também outros PTT's nas principais capitais do país, sob a coordenação do PTT.br.
- PTT.br
PTTMetro foi o nome dado ao projeto do CGI.br que promove e cria a infra-estrutura necessária (Ponto de Troca de Tráfego - PTT) para a interconexão direta entre as redes ("Autonomous Systems" - ASs) que compõem a Internet Brasileira. A atuação do PTTMetro volta-se às regiões metropolitanas que apresentam grande interesse de troca de tráfego de Internet.
Um PTTMetro é uma interligação em área metropolitana de pontos de interconexão de redes (PIXes), comerciais e acadêmicos, sob uma gerência centralizada.
- As características fundamentais para a implementação adequada de um PTTMetro são:
Neutralidade - independência de provedores comerciais
Qualidade - troca de tráfego eficiente
Baixo custo das alternativas, com alta disponibilidade
Matriz de troca de tráfego regional única.
Segundo o CGI.br, a sua coordenação do PTTMetro, operado por organizações tecnicamente habilitadas e sem fins lucrativos, e que devem estabelecer os requisitos de arquitetura e gerência das interconexões, garantem os dois primeiros tópicos.
Ainda segundo essa filosofia, a hospedagem dos PIXes em instalações comerciais com elevado padrão de segurança e infra-estrutura, agregando matrizes de tráfego já existentes, é condição para obtenção dos demais quesitos acima.
Os PTTMetros identificados até o momento e em fase operacionais encontram-se nas seguintes regiões metropolitanas:
Belo Horizonte
BrasíliaCuritiba
Florianópolis
Porto Alegre
Rio de Janeiro
São Paulo
Como citado acima, o PTT instituído inicialmente pela FAPESP teve a sua operação transferida para a Terremark, empresa especializada na construção e operação de PTT’s em âmbito mundial, conhecidos internacionalmente como NAP’s (Network Access Points).
O NAP do Brasil, como foi posteriormente denominado o PTT da FAPESP, é um grande Data Center provido de infra-estrutura moderna para acomodar tanto as plataformas para a realização da troca de tráfego entre os diversos backbones, como os equipamentos dos maiores provedores de intra-estrutura de acesso (última milha), assegurando uma conectividade massiva ao site aliada à uma disponibilidade ainda maior destes serviços de acesso através da presença de rotas de redundantes.
Além disso, o NAP do Brasil provê toda a infra-estrutura de segurança física, incluindo controle de acesso biométrico, além de oferecer altíssimos SLA’s para abrigar equipamentos (energia, ar-condicionado, etc.), e para realizar os serviços de troca de tráfego, permitindo o funcionamento ininterrupto “de” e “entre” todos os backbones.
Com a instituição do NAP do Brasil, a troca de tráfego passou a ocorrer também entre os backbones de acesso à Internet, os Provedores de Conteúdo (Yahoo, Akamai, órgãos governamentais, entre outros), Provedores de Serviços VoIP, e mesmo com alguns usuários corporativos de grande porte. Essas novas formas de utilização dos serviços do NAP abrem um novo leque de possibilidades para usos semelhantes para redes administradas por associações de classe ou empresariais, que necessitam manter pontos de troca de tráfego e que poderiam ainda contar com os benefícios dos serviços de Peering como forma de valorizar as sua redes junto a associados e parceiros, aumentando a performance dos serviços oferecidos bem como reduzindo os custos operacionais.
Em 2006 a própria FAPESP efetuou o outsourcing de parte da Rede ANSP para o NAP do Brasil, usufruindo assim de toda a infra-estrutura existente para conectar as diversas instituições cientificas, acadêmicas e de pesquisa do país.
Outra aplicação viabilizada pelo PTT é o VoIP Peering, ou seja, a troca de tráfego entre prestadores de serviços de VoIP, que permite que as diversas redes desses operadores possam fazer interconexão direta, sem ter que passar pelas redes de terceiros, sejam elas de prestadores de telefonia fixa ou celular. A primeira plataforma para VoIP Pering no Brasil será ativada em breve no NAP do Brasil. Essa plataforma deverá ser interconectada à plataforma de Troca de Tráfego do NAP para que o peering compreenda além da mídia (canais de voz), a sinalização e o compartilahmento da base de dados (serviço ENUM).
Em março de 2007 o NAP do Brasil hospedava 20 provedores de backbone nacional/internacional e de serviços VoIP, 11 provedores de acesso, 5 provedores de conteúdo, e mais de 65 instituições ligadas a rede ANSP.
A tabela a seguir lista as principais empresas presentes no NAP do Brasil:
Provedores de Backbone: Global Crossing, LA Nautilus, TVA/Ajato, Impsat e Comsat
Provedores de Acesso: Embratel, Telefonica, Telemar, Brasil Telecom, CTBC e Eletropaulo Telecom
Provedores de Conteúdo: Akamai, VeriSign e Yahoo!
Referências
- Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI
Comitê criado pelo Governo com o objetivo de fomentar as atividades de implantação, administração e uso de serviços internet no Brasil.
- Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br
Entidade civil, sem fins lucrativos, criada em dezembro de 2005 para implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
- Registro.br
Responsável pelo registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br>, e pela distribuição de endereços IPs.
- CERT.br
Responsável pelo tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet brasileira.
- PTT.br
Responsável pela promoção da infra-estrutura para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet brasileira.
- CETIC.br
A divulgação de indicadores e estatísticas e informações estratégicas sobre o desenvolvimento da Internet brasileira.
- RNP
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.
- Internet Society (ISOC)
É uma sociedade sem fins lucrativos que dá suporte financeiro e legal aos grupos de trabalho da Internet.
- The Internet Engineering Task Force (IETF)
É uma comunidade aberta que contribui para a evolução da Internet. Indica membros para os grupos que participam do processo de elaboração de normas para internet (RFC), listados a seguir:
Internet Architecture Board (IAB), IRTF, RFC Editor, IANA.
- ICANN
The Internet Corporation for Assigned Names and Numbers é responsável pela alocação de endereços IP e DNS. O registro de DNS é feito através do site Internic.
- W3C
World Wide Web Consortium (W3C), organização fundada para desenvolver padrões para a Web.