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07-08-2016, 07:09 PM
Curiosity completa 4 anos em Marte; relembre suas principais conquistasHoje marca o quarto aniversário do pouso do rover Curiosity em Marte, dando início ao seu trabalho de investigação no planeta vermelho.
Os últimos quatro anos têm sido de grande exploração, de conquistas científicas e de engenharia e bem, de curiosidade.
“Recentemente, a NASA deu ao Curiosity o melhor presente de aniversário que poderia se esperar – uma extensão de sua missão por, pelo menos, mais dois anos”, disse Ashwin Vasavada, um dos cientistas responsáveis pela missão Curiosity em um vídeo publicado (http://www.jpl.nasa.gov/video/details.php?id=1436).
O rover da NASA, que conta com o maior número de instrumentos científicos que já trabalhou em outro planeta, pousou em Marte no dia 5 de agosto de 2012.
Esse pouso, cujo cientistas ao redor do mundo prenderam a respiração para vê-lo, foi o começo de uma grande viagem para essa máquina robótica.
O Curiosity recebeu a grande responsabilidade de encontrar evidências de que Marte já conseguiu em algum momento suportar condições para existência da vida, mesmo que em forma microbiana.
Menos de dois meses depois de dar início a sua missão, o robô encontrou um elemento chave para a habitabilidade do planeta: água.
O rover mandou de volta evidências de que já existiu fluxos “vigorosos” de água antiga na superfície de Marte.
E isso foi só o começo.
No próximo ano, o Curiosity encontrou evidência de que há água no solo marciano. Isso foi encorajador tanto do ponto de vista histórico como para o fato de que aumenta as esperanças de que um dia humanos poderão viver e trabalhar em Marte.
Astronautas não precisariam carregar toda água necessária para consumo a partir da Terra, eles poderiam então buscar uma fonte de água logo ali no planeta.
No ano passado, Curiosity descobriu que Marte detém outro elemento chave para a vida – o nitrogênio.
Cientistas disseram que o nitrogênio poderia ter encontrado seu caminho para Marte ao ser carregado em meteoritos ou relâmpagos.
Com dados sendo enviados da Curiosity, cientistas agora sabem que, pelo menos, algumas rochas marcianas contém enxofre, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, fósforo e carbono - todos os elementos químicos necessários para suportar vida, em forma microbiana, bacteriana ou outra forma.
É claro que o rover robótico teve suas dificuldades.
Nesse ano, por exemplo, ele se pôs em modo de segurança por que sofreu com uma falha de software. Engenheiros da Nasa, no entanto, rapidamente retomaram as comunicações com o robô e o colocaram de volta ao trabalho.
Segundo Vasavada, a equipe de operações do rover tem evoluído rapidamente. “Antes levava um mês para perfurar e depois analisar uma amostra de rocha. Agora, leva apenas uma semana”, diz o cientista.
Ele acrescenta que apesar de um esperado desgaste nas rodas do Curiosity, elas continuam a funcionar, com direção cuidadosa para permitir que o rover cubra todo o solo que precisa durante sua missão.
E no mês passado, a NASA anunciou que o seu robô está usando um sistema de inteligência artificial que lhe permite selecionar alvos – sem intervenção humana – fotografar e atingir rochas com um laser.
O Curiosity está “com frequência” escolhendo vários alvos a cada semana e por conta própria.
E com o sucesso de longo prazo do Curiosity já garantido, engenheiros da NASA agora estão trabalhando em construir o próximo rover que será enviado ao nosso planeta vizinho.
O próximo deve ser lançado em meados de 2020 e pousará em Marte em fevereiro de 2021 e tem como objetivo continuar os avanços científicos de seu “irmão”.
Enquanto o Curiosity está em busca de provas de que Marte poderia ter suportado a vida em sua história, o próximo rover buscará por evidências de vida antiga.
Fonte:Terra
Os últimos quatro anos têm sido de grande exploração, de conquistas científicas e de engenharia e bem, de curiosidade.
“Recentemente, a NASA deu ao Curiosity o melhor presente de aniversário que poderia se esperar – uma extensão de sua missão por, pelo menos, mais dois anos”, disse Ashwin Vasavada, um dos cientistas responsáveis pela missão Curiosity em um vídeo publicado (http://www.jpl.nasa.gov/video/details.php?id=1436).
O rover da NASA, que conta com o maior número de instrumentos científicos que já trabalhou em outro planeta, pousou em Marte no dia 5 de agosto de 2012.
Esse pouso, cujo cientistas ao redor do mundo prenderam a respiração para vê-lo, foi o começo de uma grande viagem para essa máquina robótica.
O Curiosity recebeu a grande responsabilidade de encontrar evidências de que Marte já conseguiu em algum momento suportar condições para existência da vida, mesmo que em forma microbiana.
Menos de dois meses depois de dar início a sua missão, o robô encontrou um elemento chave para a habitabilidade do planeta: água.
O rover mandou de volta evidências de que já existiu fluxos “vigorosos” de água antiga na superfície de Marte.
E isso foi só o começo.
No próximo ano, o Curiosity encontrou evidência de que há água no solo marciano. Isso foi encorajador tanto do ponto de vista histórico como para o fato de que aumenta as esperanças de que um dia humanos poderão viver e trabalhar em Marte.
Astronautas não precisariam carregar toda água necessária para consumo a partir da Terra, eles poderiam então buscar uma fonte de água logo ali no planeta.
No ano passado, Curiosity descobriu que Marte detém outro elemento chave para a vida – o nitrogênio.
Cientistas disseram que o nitrogênio poderia ter encontrado seu caminho para Marte ao ser carregado em meteoritos ou relâmpagos.
Com dados sendo enviados da Curiosity, cientistas agora sabem que, pelo menos, algumas rochas marcianas contém enxofre, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, fósforo e carbono - todos os elementos químicos necessários para suportar vida, em forma microbiana, bacteriana ou outra forma.
É claro que o rover robótico teve suas dificuldades.
Nesse ano, por exemplo, ele se pôs em modo de segurança por que sofreu com uma falha de software. Engenheiros da Nasa, no entanto, rapidamente retomaram as comunicações com o robô e o colocaram de volta ao trabalho.
Segundo Vasavada, a equipe de operações do rover tem evoluído rapidamente. “Antes levava um mês para perfurar e depois analisar uma amostra de rocha. Agora, leva apenas uma semana”, diz o cientista.
Ele acrescenta que apesar de um esperado desgaste nas rodas do Curiosity, elas continuam a funcionar, com direção cuidadosa para permitir que o rover cubra todo o solo que precisa durante sua missão.
E no mês passado, a NASA anunciou que o seu robô está usando um sistema de inteligência artificial que lhe permite selecionar alvos – sem intervenção humana – fotografar e atingir rochas com um laser.
O Curiosity está “com frequência” escolhendo vários alvos a cada semana e por conta própria.
E com o sucesso de longo prazo do Curiosity já garantido, engenheiros da NASA agora estão trabalhando em construir o próximo rover que será enviado ao nosso planeta vizinho.
O próximo deve ser lançado em meados de 2020 e pousará em Marte em fevereiro de 2021 e tem como objetivo continuar os avanços científicos de seu “irmão”.
Enquanto o Curiosity está em busca de provas de que Marte poderia ter suportado a vida em sua história, o próximo rover buscará por evidências de vida antiga.
Fonte:Terra