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Ver Verso Completa : ABC futebol Clube



CCV_PaTo__Balrog
19-05-2012, 02:43 PM
ABC FUTEBOL CLUBE

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Nome: ABC Futebol Clube

Mascote: Elefante

Home Page: Site Oficial (http://www.abcfc.com.br/)

Torcida Principal: Torcida Organizada Garra Alvinegra ( TGA )

Maior Rival: Amrica de Natal

Hino:



http://www.youtube.com/watch?v=0tUJOcegP_w

Resumo;

ABC Futebol Clube uma associao esportiva Brasileira, fundado como clube de futebol por um grupo de jovens da elite potiguar no dia 29 de junho de 1915, no bairro da Ribeira, na cidade de Natal.


O ABC a equipe brasileira com o maior nmero de ttulos estaduais conquistados, so 52 ao todo. E alm disso, junto ao Amrica Mineiro, o recordista de conquistas estaduais consecutivas, sendo dez vezes campeo entre os anos de 1932 e 1941.
Trata-se tambm do nico clube do estado, e um dos poucos da regio Nordeste do Brasil a possuir estdio prprio: o Estdio Maria Lamas Farache, conhecido informalmente como Frasqueiro, construdo com o objetivo de ser a nova casa do clube, e inaugurado em 22 de janeiro de 2006.


O Mais Querido um dos clubes que mais crescem no Norte/Nordeste do Brasil, possui hoje um dos maiores programas scio-torcedor do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com mais de 11 mil scios cadastrados entre adimplentes e inadimplentes.
Alm disso, est, segundo o instituto DataFolha, entre as 47 maiores torcidas do Brasil, sendo a maior torcida do Rio Grande do Norte. Nessa mesma pesquisa, o clube aparece como a 27ª maior torcida do Brasil.


o clube potiguar que mais recebeu apostas de Time do Corao na loteria timemania, da Caixa Econômica Federal, nos anos de 2009, 2010 e 2011, sendo o nico clube do RN a fazer parte do G20, atualmente o quarto lugar do Nordeste e o dcimo stimo do Brasil.
O historiador potiguar Lus da Câmara Cascudo chegou a criar um frase antolgica sobre o time.

HISTRIA:

Em 1915 surgia o Mais Querido

Natal ainda era uma cidade pacata e provinciana, com uma populao estimada em 27 mil habitantes, quando no incio do sculo XX, mais precisamente aos 29 dias do ms de junho do ano de 1915, surgia o ABC Futebol Clube: primeiro clube de futebol do Rio Grande do Norte, e que se transformaria, com o passar dos anos, na maior e mais querida agremiao futebolstica do estado e recordista mundial em conquistas de ttulos estaduais. A cidade tinha como presidente (o termo prefeito ainda no existia) da Intendncia Municipal de Natal, o comerciante e abolicionista Romualdo Galvo; e o Rio Grande do Norte acabara de eleger em 1914, pela primeira vez pelo voto direto, o magistrado Joaquim Ferreira Chaves, para governar os destinos do povo potiguar, acabando com a oligarquia dos Albuquerque Maranho.


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“A distrao daquele tempo era o cinema Politheama de “seu” Leal, as festas religiosas, um futebol ainda muito primitivo e o to falado circo do “seu” Striguini, que vez por outra aparecia por aqui…no havia vôlei, nem basquete, nem concursos de misses, nem biqunis e nem “brejeiras”. Os homens tinham palavra e prezavam a sua honra, e o nosso Ris era moeda forte”, relatou o ex-presidente do ABC, mdico Jos Tavares, em conferncia proferida por ele na comemorao do 44º aniversrio do ABC, em 1959. Vale somar as referncias de entretenimento da poca, levantadas por Jos Tavares, o Cine-Teatro Carlos Gomes, hoje Teatro Alberto Maranho.

Esse era o cenrio de Natal em meados da dcada de 1910, quando na tarde, do dia 29 de junho de 1915, um grupo de jovens natalenses, alguns praticantes de remo, fundou o ABC Futebol Clube. O surgimento do Mais Querido aconteceu num dos cômodos do casaro do coronel Avelino Alves Freire – respeitado comerciante e presidente da Associao Comercial do RN –, situado na Av. Rio Branco, no bairro da Ribeira, com frente para os fundos do ento Cine-Teatro Carlos Gomes.


Participaram da histrica reunio: Joo Emlio Freire – filho do coronel , Avelino Freire, e eleito por unanimidade como o primeiro presidente do ABC –, o prprio coronel Avelino Alves Freire, Avelino Alves Freire Filho (conhecido como Lili, tambm filho do coronel Avelino e primeiro goleiro do alvinegro potiguar), Alexandre Bigois, Arary Brito, Artur Coelho, lvaro Borges, Antônio Alves Ferreira, Cipriano Rocha Filho, Carlos Noronha, Ccero Aranha, Francisco Deo, Francisco Antônio, Frederico Murtinho Braga, Francisco Moror, Jos Potiguar Pinheiro, Jos Cabral de Macedo (o Tarugo), Jlio Meira e S, Josaf dos Santos, Joo Cirineu de Vasconcelos (o Balu), Joo dos Santos Filho, Jos Pedro (o P de Ouro), Jos Aurino da Rocha, Luiz brega, Manoel Dantas Moura, Manuel Dantas Cavalcanti, Manoel Avelino do Amaral, Manoel Bezerra da Silva (o Paraguay), Marciano Freire, Mrio Eugnio Lira, Silvrio Carlos de Noronha e Slon Rufino Aranha.


A escolha do nome

A primeira providncia da reunio foi a de escolher um nome para a agremiao que nascia. Por sugesto de Jos Potiguar Pinheiro, o primeiro clube do RN adotou o nome de ABC Futebol Clube, aprovado por unanimidade. O conjunto de letras ABC prestou uma justa homenagem ao pacto de amizade fraternal, amparado diplomaticamente pelos pases Argentina, Brasil e Chile, assinado em 1903 (ver Box nesta pgina). A escolha do nome veio revelar a preocupao social dos jovens rapazes, apesar da maioria pertencer à alta sociedade natalense.


Primeira Diretoria

Tambm foram escolhidos os primeiros dirigentes que tiveram o privilgio em dar o pontap, literalmente, para o incio de uma histria repleta de glrias, que dura h 93 anos. A primeira diretoria foi assim composta: Joo Emlio Freire – presidente, Jos Potiguar Pinheiro – vice-presidente, Manoel Dantas Moura – 1º secretrio, Solon Rufino Aranha – 2º secretrio, Avelino Freire Filho – tesoureiro, e Jos dos Santos – diretor de esportes. Esses valorosos homens ficaram à frente do ABC, no perodo de 29/06/1915 a 03/06/1916.

Primeiro jogo

Segundo registro do livro “Os Esportes em Natal”, de 1991, do pesquisador natalense Procpio Netto, o primeiro jogo do ABC Futebol Clube aconteceu em 20 de setembro de 1915, contra o Natal Esporte Clube. Placar? 13 a 1 para o Mais Querido, que assim, j nascia grande. Sobre essa partida no existem registros na imprensa local, mas deve-se levar em considerao a informao do pesquisador potiguar, pois a segunda atuao do ABC foi registrada à poca pelo jornal A Repblica, como sendo “o segundo match oficial…”. Aconteceu em 26 de setembro de 1915, no campo (ground) da Vila Cincinato (ver Box na pgina seguinte), contra o Amrica, seu eterno e mais tradicional rival. Placar? 4 a 0 para o ABC. Ratificando a fome de gols do primeiro jogo. Vale salientar que o ABC, nesse jogo, atuou com o time reserva (segundo quadro como era chamado), enquanto que o Amrica com a sua equipe principal (primeiro quadro).




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Notcia do jogo publicada pelo jornal A Repblica: “Realizou-se no dia 26/09/1915, às 16:00 horas, no ground da square Pedro Velho, o segundo match oficial promovido pela Liga Desportiva Natalense, entre o 2º team do ABC e o 1º team do Amrica. A luta comeou favorvel ao Amrica, mas, devido à desigualdade de foras e ao mais perfeito treinamento do ABC, conseguiu este clube fazer quatro goals a zero. O 2º team do ABC estava assim distribudo: Avelino (Lili), Batalha, Borges, Cabral (Tarugo), Paraguay, Freire, Bigois, Moacyr, Mandu, Nbrega e Mousinho. Reservas: Balu, Elissozio e Bill. O 1º team do Amrica com Siqueira I, Llio, Gato, Carvalho, Galo, Antônio, Barros, Siqueira II, Neco, Garcia e Pipio. Reservas: Revordo, Lopes e Tupy. Atuou como referee (assim era chamado o rbitro) Jlio Meira e S; referees de linha Manoel Gomes e Aguinaldo Fernandes; referees de goal (ficavam atrs das traves) Srgio Severo e Araty Brito. Os goals do ABC foram alcanados por Mousinho (dois), Mandu e Balu”. (A Repblica de 25 a 27/09/1915) informaes obtidas na plaquete “ABC, honra e glria do esporte potiguar (II)”, publicada em 2005, pelo pesquisador natalense, Luiz G. M. Bezerra.


Amor pelo ABC acima de tudo

A histria do ABC Futebol Clube deve, obrigatoriamente, dispensar um captulo à parte ao casal Vicente Farache Netto (1902-1967) e Maria do Rosrio Lamas Farache (1906-1949). Ambos foram, sem dvida, o esteio do clube por quase 15 anos, enquanto foram casados de 1935 a 1949, ano da morte de Maria Lamas. Nesse perodo, o casal protagonizou um intenso caso de amor com o Mais Querido. O natalense Vicente Farache (filho do italiano Jos Farache e da brasileira Maria Carmina Farache) sempre teve uma condio financeira privilegiada, pelo fato de seu pai ser um comerciante de prestgio em Natal, no incio do sculo XX. Aos 18 anos foi o ponta direita (bastante limitado) do time que conquistou para o ABC o primeiro ttulo de campeo potiguar. Vendo que no tinha muito jeito para a bola voltou-se para o comrcio, alm de embarcar para o Rio de Janeiro, onde concluiu o curso de direito em 1927. Anos depois foi promotor pblico em Natal, e membro do Tribunal Regional Eleitoral/RN.

Retornando a Natal em 1928 afasta-se definitivamente dos “gramados” (se que existiam à poca) para dedicar-se exclusivamente à condio de dirigente. Nessa funo ganha notoriedade, merecendo o ttulo de patrono do clube, devido à sua abnegao e desprendimento. Como diretor tcnico conquista o decampeonato potiguar de 1932 a 1941. Tambm foi responsvel pela vinda de grandes jogadores para o ABC, entre os quais: Xixico (primeiro grande dolo do ABC vindo do Cear), Dequinha e o grande dolo Jorginho Tavares (todos de Mossor), segundo o pesquisador Newton Alves.

Ele no se limitou apenas, à condio de diretor tcnico. Tamanho era o seu amor pelo clube, que fazia questo de chamar para si todas as responsabilidades. “Acredito que os presidentes do ABC, durante o perodo em que o doutor Vicente esteve presente no dia-a-dia do clube, achavam isso muito bom, por ele tomar à frente dos problemas”, revela o pesquisador natalense, Luiz G. M. Bezerra.

Assistencialismo – Contratava, dispensava, treinava, pagava os salrios, empregava jogadores em suas duas lojas na Ribeira (a de sapatos e tecidos “Vicente Farache Netto” e uma joalha-ria), alm de hospedar e alimentar os atletas em dias das partidas, e ainda, comprar o material de treino e de jogo. Para isso, contou com a ajuda dos quatro irmos, principalmente de Antônio, o Tonho Farache, que com o seu antigo “Ford” transportava os jogadores para onde fosse necessrio.

Mas, sem dvida, o grande lastro de Vicente Farache foi a sua esposa, a chilena Maria Lamas Farache (filha do casal de palestinos Elias e Mercedes Lamas radicalizado no Chile) que por amor ao marido entregou-se de corpo e alma à causa abcdista. “Tinha o jeito de um italiano carrancudo, mas era gentil. S no falasse mal do ABC na frente dele, a virava um bicho. Ele vivia para o clube. Mas dona Maria era quem cuidava de tudo dele e tambm fazia muito pelo ABC”, diz Maria Clotilde da Costa Rodrigues, 89anos, a dona Clotilde, que por 18 anos, de 1937 a 1955, trabalhou na Relojoaria Farache, na Ribeira, pertencente aos irmos Farache.

Quando se casou com Maria Lamas em 1935, Vicente trazia consigo o amor incondicional pelo ABC, incorporado de imediato pela esposa, que conseguiu levar à ala feminina da famlia Lamas o sentimento de simpatia pelo Mais Querido. “Os meus tios eram quase todos americanos, somente tio Jacob era abecedista. Mas a minha me Esther e as outras trs irms torciam pelo ABC, por conta de tia Maria. Apesar de lados opostos todos conviviam harmonicamente”, revela Marco Antônio Fernandes, sobrinho de Maria Lamas Farache. Assim como Vicente, Maria Lamas veio de uma famlia bastante conceituada em Natal, proprietria de respeitadas casas comerciais no tradicional bairro da Ribeira – A Chilenita e o Armazm Elias Lamas. A famlia Lamas foi responsvel, juntamente com a famlia Lamartine, pela introduo em Natal, de um dos esportes mais elitizados: o tnis. Nem por isso, deixou de seguir o marido servindo ao ABC no que fosse possvel.

O Deca campeonato

O ABC o recordista brasileiro de ttulos consecutivos. O Mais Querido conquistou entre 1932 e 1941, o decacampeonato estadual. Tal faanha est registrada inclusive no Guiness Book of Records. Neste caso, o alvinegro de Natal divide a primazia com o Amrica mineiro, que tambm venceu dez vezes seguidas o campeonato do seu estado entre 1916 e 1925.



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No decampeonato do Alvinegro h detalhes que seriam praticamente impossveis hoje, salvo um ou outro caso de excepcionalidade. Nos 10 anos do ABC os maiores exemplos de amor ao clube foram dados pelo goleador Xixico e o volante Simo (nicos realmente decacampees, de 32 a 41), Nezinho e Dorcelino, com nove anos dos 10 campeonatos, Hermes (de 35 a 1940), Mrio Crise (de 32 a 39), e ainda outros campees que variaram suas participaes com menos tempo de clube. So os casos de Mrio Mota (38 a 41), Adalberto (32 a 36), o goleiro Edgar em temporadas alternadas de 35, 36, 40 e 41, provavelmente por estar fora de Natal. Como curiosidade registrar que nos 10 ttulos consecutivos o ABC contou com seis goleiros entre reservas e titulares, revezando-se nas 10 temporadas.

Conhea todos que ganharam o deca

Os 50 decampees pelo ABC FC, de 1932 a 41 so estes: goleiros, Tarz, Digenes, Edgar, Nen, Daniel, Nunes e Jônatas, e demais posies os titulares e suplentes Bicudo, Z Maria, Pedrinho, Albano, Mrio Mota, Page, Vilarim, Nezinho 1o., Nezinho 2o. , Netinho, Cesrio, Neguinho, Neno, Gageiro, Joozinho, Z Lins, Tico, Saravotti, Enas, Barbalho, Paulino, Elias, Xixico, Dorcelino, Adalberto, Pereiro, Augusto Lourival, Mrio Crise, Soldado, Romano, Arlindo, Zeca, Hermes, Accio, Valter, Teixeira, Osvaldo, Edvard, Nep e Novinho. Tcnico, Vicente Farache nos 10 ttulos.

A maior excurso da histria

O ABC se destacou como o clube Brasileiro com maior tempo de permanncia fora do Pas (mais de 100 dias), jogando em gramados da sia, frica e Europa.

Ser decacampeo no o nico motivo de orgulho dos ABCdistas na vasta e gloriosa histria do time. Em 1973, a equipe bateu outro recorde, at hoje inigualvel e digno de presena no Guinnes Book. Durante 108 dias, o time excursionou pela Europa, sia e frica, se transformando no clube de futebol a permanecer maior tempo fora do Brasil, um feito que entrou para histria do esporte nacional. A delegao alvinegra deixou Natal em 17 de agosto e retornou no dia 6 de dezembro do mesmo ano (112 dias com viagens areas e terrestres).

O motivo da viagem no foi dos mais nobres – a equipe havia sido suspensa por dois anos, pela ento CBD (Confederao Brasileira de Desporto) hoje CBF, por ter utilizado dois jogadores irregulares – Rildo e Marclio – em um jogo contra o Botafogo-RJ, pelo Brasileiro de 1972. Os resultados obtidos durante a excurso, no entanto, se tornaram um orgulho para os torcedores, dirigentes e jogadores do “Mais Querido”. Em 24 partidas contra times e selees dos trs continentes, o Alvinegro conseguiu sete vitrias, 12 empates e apenas cinco derrotas. Foram 30 gols a favor e 21 contra.

Aps um incio irregular, o time engrenou e conseguiu ficar invicto nos 14 ltimos jogos da srie. Selees como a da Romnia, Somlia, Etipia e Lbano sofreram nos ps de craques como Sabar, Maranho, Alberi, Danilo Menezes e Jorge Demolidor. A maior goleada da excurso foi sobre a seleo Etope de Novos, pelo placar de 6 a 2.

Da viagem participaram os goleiros Veludo, Erivan, Floriano e os jogadores Sabar, Edson, Telino, Walter Cardoso, Anchieta, Wagner, Soares, Baltazar, Valdecy Santana, Maranho, Libânio, Alberi, Morais, Danilo Menezes e Jorge Demolidor, este tornando o artilheiro, balanando as redes adversrias 10 vezes.

A jornada marcou o grande momento da internacionalizao do ABC Futebol Clube, assim como do reconhecimento da qualidade da equipe, ento coroada com o tetra-campeonato estadual (1970, 1971, 1972 e 1973).

A delegao era chefiada por Jcio Fiza e formada ainda pelo tcnico Danilo Alvim, o supervisor Jos Prudncio Sobrinho, o mdico Srgio Lamartine, o fisicultor Sebastio Cunha, o massagista Zzimo Nascimento e o jornalista Celso Martinelli, da Rdio Cabugi, que gravava os jogos, reproduzidos depois em Natal para os torcedores saudosos da equipe no outro lado do Atlântico.

A excurso foi promovida graas à amizade do ento presidente da Federao Norte-riograndense de Futebol, Joo Machado, como o todo poderoso da CBD na poca, Joo Havelange.

CCV_PaTo__Balrog
19-05-2012, 03:51 PM
Escudo




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O distintivo do ABC predominantemente na cor preta, constitudo por uma listra de cor branca na diagonal, na qual figura a inscrio ABC F.C., em cor preta. Na parte superior esquerda da listra branca, quatro estrelas amarelas, simbolizando os campeonatos de futebol conquistados no ano de 1954, bem como uma quinta estrela da mesma cor, de tamanho maior, localizada na parte inferior, simbolizando a conquista do campeonato do futebol profissional no ano do sesquicentenrio da Independncia do Brasil. Acima do distintivo, uma estrela dourada, simbolizando o ttulo de campeo brasileiro da Srie C de 2010, nico ttulo nacional de clube potiguar.


Bandeira


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A bandeira oficial do ABC, tem as cores no sentido horizontal, com trs faixas, sendo as faixas superior e a inferior brancas e a do centro, preta, ficando o nome do clube em branco. Na faixa branca superior possui 4 estrelas amarelas e à esquerda. Na faixa inferior branca, uma estrela maior no canto direito, lembrando as estrelas do escudo.


Mascote


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O mascote adotado pelo clube o elefante que uma homenagem ao Rio Grande do Norte que tem o mapa no formato de um elefante.


Hino

Foi composto por Claudomiro Batista de Oliveira (Dôzinho), em 1962.


"ABC clube do povo
Campeo das multides
Sers sempre o mais querido
Pelos nossos coraes


Eu me orgulho ser da terra potiguar
Quando vou para o gramado
Ver o ABC jogar


bola pra aqui
bola pra l
A turma joga com classe
E com raa pra ganhar
O adversrio fica no campo perdido



Salve, o mais querido
Salve, o mais querido
Salve, o mais querido
Salve, o mais querido"


TORCIDA



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Torcida Organizada garra alvinegra a antiga gang alvinegra, por ser banida por causa de vandalismo a torcida voltou com uma cara nova e uma nova ideologia tambm, Seu mascote representando por um morcego. A garra alvinegra no a nica torcida que o ABC tem, existe diversas torcida que apoiam o clube mais a principal delas a tga ( torcida garra alvinegra )

ESTDIO:


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Inaugurado em janeiro de 2006, na gesto do ex-presidente Judas Tadeu Gurgel, aps cinco anos de obras, o estdio Maria Lamas Farache veio concretizar um antigo sonho da Frasqueira: o sonho da casa prpria. Localizado no complexo scio-esportivo Vicente Farache (rea de 10,2 hectares) na Rota do Sol, o Frasqueiro, como chamado, considerado um dos mais modernos e confortveis estdios de futebol do pas. A construo iniciada em 2001, continua at hoje, em permanente ampliao. Em maro de 2008 a capacidade do Frasqueiro cresceu para 18 mil expectadores, e dever aumentar j neste ano, quando os espaos existentes entre os quatro mdulos sero fechados. “J gastamos mais dez milhes de Reais. No incio foi bastante difcil, pois tive que ir de encontro a muita gente. Mas com muita luta e persistncia consegui mostrar a todos que a construo do nosso estdio seria a redeno do clube. Hoje, ningum consegue conceber o ABC sem o Frasqueiro”, ressalta o presidente Judas Tadeu.


Junto ao sonho concretizado vieram outras conquistas. No Maria Lamas Farache o ABC ganhou os campeonatos estaduais de 2007, 2008, 2010 e 2011, conquistou o acesso à srie B em 2007, a Copa RN 2008 e o mais importante titulo da histria do futebol potiguar, o de Campeo Brasileiro da Srie C em 2010. O projeto foi do arquiteto Glay Carlis e teve como engenheiro responsvel, o engenheiro do clube Paulo Tarcsio