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Ver Versão Completa : Criadora de 'Final Fantasy' quer desenvolver jogos no Brasil



CCV_Barão
22-04-2012, 04:17 PM
Presidente da Square Enix diz que procura talentos na América Latina.
Yasuhiro Fukushima diz que produtora pode abrir filial no país.


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Criadora de 'Final Fantasy', como 'Final Fantasy XIII-2' (foto) pode abrir escritório para a criação de games inéditos no Brasil

A Square Enix, produtora responsável pelas séries "Final Fantasy" e "Dragon Quest", está de olho nos desenvolvedores de games brasileiros. Descobrir talentos aqui e na América Latina são os objetivos da companhia com um concurso, o "Square Enix Latin America Game Contest 2012" , e a presença do fundador e presidente, Yasuhiro Fukushima, no Brasil, além de divulgar o concurso para estudantes, é tentar viabilizar uma filial da companhia no país.

"Nosso objetivo é identificar talento. Este é o principal ponto", afirma Fukushima em entrevista exclusiva ao G1. "O objetivo é que, no futuro, possamos desenvolver [um jogo] com o talento identificado aqui, criando games para o mercado latino-americano. São jogos produzidos aqui e focados para o público local".

O executivo afirma que, se os jogos tiverem potencial para ganhar o mundo, "seria bom", mas que o importante é fazer sucesso comercial na região.

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Fukushima, fundador e presidente da Square Enix,
quer montar escritório no Brasil

Em viagem pelo Brasil, Chile e México, Fukushima conta que tenta escolhar um desses países para montar escritório. Ele afirma que no estudo que fez do mercado brasileiro, identificou problemas em potencial que o fez aumentar a lista de países que podem ter uma sede da Square Enix. "Os único problema do Brasil é a alta carga de impostos. Isso fez com que México e Chile entrassem em uma lista como possíveis países para ter uma filial nossa", explica. Ele, no entanto, diz que a "posição mercadológica e geográfica do Brasil na América Latina é bom para o negócio". "Seria muito bom se tivéssemos um escritório aqui", conta.

O "Square Enix Latin America Game Contest 2012" premiará o vencedor com US$ 35 mil.

O jogo criado pode ter tema livre, mas deve ser feito para navegadores, smartphones e tablets. O prazo de entrega dos trabalhos deve ser feito durante todo o mês de agosto.
Mais informações sobre o concurso podem ser obtidas no site oficial .

Jogos inéditos
Não pense que o próximo "Final Fantasy" será feito no Brasil. Fukushima, deixa claro que o foco do desenvolvimento local será para "novas propriedades intelectuais", ou seja, games inéditos e títulos para plataformas móveis, como celulares e tablets. "Não temos intenção no momento de trazer as franquias para [serem desenvolvidas] aqui". Mas, ele não descarta que, no futuro, isso pode acontecer.

O plano da empresa no país é focar na criação jogos para tablets e celulares. Mesmo sem os grandes jogos da Square Enix, Fukushima acredita no sucesso do empreendimento no Brasil. "Este é nosso ano zero. Acredito que em três anos vai existir um jogo de grande sucesso feito para o mercado brasileiro feito por uma empresa local. Em cinco anos existirão várias empresas vivendo [do resultado de vendas] de suas próprias propriedades intelectuais desenvolvidas por elas mesmas aqui. O mercado ficará forte o suficiente para comportar isso e queremos ser a maior produtora de jogos local."

'Não façam cópias'
A visita de Fukushima ao Brasil não é apenas para negócios. Neste sábado (21), ele fará uma palestra aberta ao público na PUC-SP, às 11h, para falar sobre o concurso e também dar algumas dicas de desenvolvimento de games. "Acho que os estudantes são o futuro da indústria de games do Brasil. Quero poder dar dicas para eles baseadas na minha experiência de produção de jogos."

Quando o G1 pediu uma dica, Fukushima disse: "Não façam cópias". Segundo ele, os games de sucesso são copiados desde a época do NES, na década de 1980, e que, agora, acontece com os jogos para celular. "À medida que os jogos para plataformas móveis se tornam mais complexos, eles não serão copiados facilmente e esse problema será resolvido com o tempo".


fonte:g1 (http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/04/criadora-de-final-fantasy-quer-desenvolver-jogos-no-brasil.html)

CCV_XNinoX
22-04-2012, 05:42 PM
A Axis (Parceria entre a Gnomon e Saga School of Art) nem abriu direito e os caras já começaram a procurar talentos na america latina...

^^

CCV_Shadi
23-04-2012, 08:34 AM
A Axis (Parceria entre a Gnomon e Saga School of Art) nem abriu direito e os caras já começaram a procurar talentos na america latina...

^^

Axis? Os caras foram dar na segunda faculdade que oferece um bacharelado em Design de Games que é a PUC-SP e depois a Anhembi. Eles estão pouco se fodendo para cursos, trust me.

Porém sinto que vai ser FAIL, vai ter o mesmo futuro da Ubisoft que fez um alarde, fez a sede e fechou/demitiu basicamente todos. Games para o Brasil? Brasileiro não tem visão para games, o mercado brasileiro é uma desgraça ex: Erinia faliu e era um ÓTIMO MMO, Taikodom faz mais sucesso fora do Brasil do que aqui... e muito mais -q.

CCV_PaTo__Balrog
23-04-2012, 10:05 AM
rapaz a ns meses atrás eles tinham feito um concurso aqui na américa ...

sobre desenvolvimento de jogos que rolava até premiação ...


Vamo que vamos pra ver no que isso vai dar.

CCV_XNinoX
23-04-2012, 10:28 AM
Shadi, são focos diferentes.

A Axis é um centro de treinamento de efeitos visuais. Não é um bacharelado, mas é praticamente uma pós graduação.

De nada adianta só ter uma galera formada em Design de Games se você não tiver tambem os peões que articulam aquela textura e aquele cenário bolado pelo Designer...

Eu sou aluno da Saga, e 80% dos caras que fazem o curso seguinte ao meu, são bacharelandos da Puc e da Anhembi.

As coisas não são excludentes.