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Ver Versão Completa : Cinegrafista morre em operação do Bope em favela do Rio



CCV_Barão
06-11-2011, 01:59 PM
Secretaria de saúde informou que vítima chegou morta a hospital.
Operação ocorre neste manhã na Favela de Antares, em Santa Cruz.

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Um cinegrafista da TV Bandeirantes morreu baleado na manhã deste domingo (http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/cinegrafista-e-baleado-durante-operacao-do-bope-em-favela-rio.html) durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) contra o tráfico de drogas na Favela de Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela assessoria da Polícia Militar.

De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, "Gelson Domingos da Silva chegou à UPA de Santa Cruz às 7h40 desta manhã de domingo, 6 de novembro, já morto, por perfuração de bala na região do tórax". Ainda segundo a nota, "ainda assim foram feitas tentativas de reanimação, sem sucesso". O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, foi à unidade de saúde para prestar todo apoio à família da vítima.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro confirmou que quatro criminosos morreram e outros seis foram presos (http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/pm-confirma-4-mortos-e-6-presos-em-acao-do-bope-em-favela-do-rio.html) durante a operação, que contou com cerca de 100 policiais do Bope e do Batalhão de Choque, sob o comando do 1º tenente Leonardo Novo Oliveira Araújo, com apoio do Batalhão de Ações com Cães.
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Foto de arquivo mostra o cinegrafista da TV
Bandeirantes, Gelson Domingos, trabalhando
Rio

Em nota, a PM afirma que o gerente do tráfico da comunidade e seu braço-direito estão entre os presos na ação que também apreendeu armas e drogas, mas o montante ainda não foi contabilizado pela polícia.

O Grupo Bandeirantes divulgou nota lamentando a morte do seu funcionário Gelson Domingos, de 46 anos, na manhã deste domingo. "O repórter cinematográfico foi atingido no peito em pleno exercício da sua profissão na cobertura de uma operação da polícia na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio", informou a nota.

Leia a nota na íntegra:

"O Grupo Bandeirantes lamenta a morte do seu funcionário Gelson Domingos, de 46 anos, na manhã deste domingo. O repórter cinematográfico foi atingido no peito em pleno exercício da sua profissão na cobertura de uma operação da polícia na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio. Ele chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento da região, mas não resistiu.
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Cinegrafista filmava ação do Bope momentos antes
de ser baleado

A Bandeirantes toma todas as precauções para garantir a segurança de seus jornalistas nas coberturas diárias no Estado do Rio, mas infelizmente, Gelson foi vítima da violência que atinge inocentes todos os dias no Brasil.

O funcionário estava de colete à prova de balas - modelo permitido pelas Forças Armadas - no momento em que foi baleado, mas foi atingido por um tiro de fuzil provavelmente disparado por um traficante. A bala atravessou o colete.

Gelson Domingos deixa 3 filhos, 2 netos e esposa. Repórter cinematográfico da TV Bandeirantes, ele já trabalhou em outras emissoras como SBT e Record e sempre foi reconhecido pela experiência e cautela no trabalho que exercia.

O Grupo Bandeirantes se solidariza com a família e está prestando toda a assistência."


fonte:g1 (http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/cinegrafista-morre-em-operacao-do-bope-em-favela-do-rio-diz-pm.html)

CCV_LaMpArD
06-11-2011, 09:27 PM
Esse é o Brasil dos brasileiros.
Colete a prova de fuzil eu nao conheço...

"Somos um país de homens cruéis, ignorantes e irresponsáveis".

CCV_ThanatuS
06-11-2011, 10:13 PM
é foda neh, quem se fode é a familia desse cara... como o lampard falou acima, colete a prova de fuzil ninguem conhece...

CCV_betoib
08-11-2011, 03:44 PM
Colete a prova de fuzil eu nao conheço...

"S.
amigo existe sim e o nivel 3 e 4 que guenta muito so que e de uso restrito do exercito e pm :meioassim: acho que reporte nao tinha que chegar tao perto nao leva tirro mesmo ele ja sabia que tava corendo risco de vida sou militar e como tal sei que corro riscos

---------- Post added at 03:44 PM ---------- Previous post was at 03:32 PM ----------

Por que usar fibras num colete a prova de balas? Imagine uma bola de futebol indo em direção à rede da trave. A rede, aqui, representa nossa fibra, a bola, o projétil que foi disparado. Assim que a bola (projétil) entra em contato com a rede, a energia contida no movimento da bola é transferida para a rede. Percebam que isso não é feito de maneira muito localizada, já que quase todas as linhas da rede recebem parte da energia (por isso se movimentam).
A fibra de um colete exerce essa mesma função: absorve a energia contida no projétil e dispersa para toda a sua área. Caso isso não ocorresse, o impacto localizado se efetivaria, e a lesão no indivíduo seria inevitável (mesmo sem perfuração). É esse poder de dispersão que faz um colete eficiente. Apesar de haver substancial diferença na densidade das fibras de um colete em comparação com uma rede de futebol, o princípio utilizado é o mesmo.
A aerodinâmica de um carro de Fórmula 1 é algo fenomenal. Cada estrutura do automóvel é milimetricamente projetada para seu objetivo: atingir centenas de quilômetros por hora de velocidade. O que ocorreria se substituíssemos a chaparia de um carro de Fórmula 1 pela chaparia de um fusca, mesmo mantendo seu motor? Certamente, a velocidade alcançada seria bem menor, mesmo que ignorássemos o peso das duas chaparias. Se os projéteis das armas de fogo fossem dispostos nos cartuchos de maneira inversa ao convencional (com a parte “fina” para dentro do estojo), certamente obteríamos um efeito análogo no que se refere ao seu poder de perfuração.
Os coletes a prova de balas fazem justamente isso: deformam os projéteis para que eles se tornem “fuscas”, mesmo que seus motores (armas de fogo) sejam os melhores possíveis. Quanto mais deformado estiver o projétil, menos perfurante ele ficará, e mais fácil sua energia se dissipará na estrutura do colete.

* * *
Unindo o Princípio da Bola de Futebol com o Princípio do Carro de Fórmula 1, fica fácil entender basicamente como funcionam os coletes a prova de bala. Porém, nem tudo é tão fácil assim… Cada colete tem uma capacidade máxima de resistência à ação dos projéteis. A depender do material que o compõe e de como estão dispostos, os coletes resistirão mais ou menos às diversas munições e armas utilizadas. Para deixar isso claro, existe uma classificação do Ministério da Defesa (http://www.mariz.eti.br/Portaria%2022%20DLog.htm), onde são regulamentados os coletes de acordo com a energia (em joules) que suporta:
http://abordagempolicial.com/wp-content/uploads/2010/02/tabela.jpg
É importante frisar que apenas militares, policiais e empresas de segurança particular podem ter autorização para adquirir coletes balísticos no Brasil – ou mesmo membros do Ministério Público e do Judiciário que justifiquem seu uso. É um debate interessante a extensão do direito a todos os cidadãos, algo que me oponho momentaneamente, pelo menos enquanto durar o poder bélico e financeiro do Tráfico de Drogas no Brasil, e a direta possibilidade do contrabando mais fácil desse material.
Aos policiais, é injustificável o não uso do colete, em qualquer ocasião do serviço. É um absurdo sem tamanho a existência de unidades policiais que não dotam seus profissionais do equipamento, justificando inclusive a recusa ao serviço por parte desses homens. Não são raras as vezes em que o colete balístico se mostrou mais importante que a própria arma de fogo. Que os policiais e os governantes nunca se esqueçam disso.










fonte:http://abordagempolicial.com/2010/02/especial-armas-de-fogo-o-colete-balistico/