CCV_Barão
01-08-2011, 02:01 PM
País leva quatro ouros e faz sua melhor campanha, mas encara resistência fora d'água; Lochte e Sun batem primeiros recordes desde o fim dos supermaiôs
Foi apenas uma semana de natação em Xangai, mas muita água correu nas piscinas. Apesar das polêmicas fora d'água, o Brasil cravou sua melhor participação em Mundiais, com quatro ouros. Michael Phelps deu lugar a Ryan Lochte como melhor nadador do planeta, um jovem astro chinês surgiu, e até o que parecia impossível aconteceu: dois recordes mundiais caíram, mesmo com a proibição dos supermaiôs. Confira abaixo os fatos mais relevantes do Mundial de Esportes Aquáticos, que chegou ao fim neste domingo.
http://s.glbimg.com/es/ge/f/original/2011/07/31/cielo-montagem.jpg2.jpgCielo, Lochte e Sun: personagens do Mundial de Esportes Aquáticos, em Xangai
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O Mundial de 2009, em Roma, foi um divisor de águas para o Brasil. Com um campeão olímpico no elenco, o país entrou definitivamente na elite da natação ao conquistar dois ouros, uma prata e um bronze, além de estar presente em 18 disputas de medalhas. Em Xangai, os brasileiros reduziram em um terço o número de finais, mas carregaram na tinta dourada: foram quatro subidas ao degrau mais alto do pódio, garantindo pela segunda edição seguida a melhor marca do país na história. Todas as medalhas brasileiras foram de ouro: Ana Marcela Cunha na maratona aquática de 25km (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/ana-marcela-vence-os-25km-e-e-ouro-no-mundial-de-xangai.html), Felipe França nos 50m peito (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/felipe-franca-bate-rival-sul-africano-e-arranca-titulo-mundial-nos-50m-peito.html) e Cesar Cielo nos 50m borboleta (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/cielo-volta-falar-alto-com-bracadas-e-arranca-o-ouro-nos-50m-borboleta.html) e 50m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/imbativel-no-tiro-curto-cielo-voa-nos-50m-livre-e-mantem-o-titulo-mundial.html).
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Três dias antes do início das disputas da natação em Xangai, Cesar Cielo não sabia se poderia competir. Absolvido pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) na acusação de doping (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/tas-mantem-advertancia-e-cielo-e-liberado-para-disputar-o-mundial.html), o brasileiro foi liberado para competir. E fez bonito na piscina do Centro Esportivo Oriental. Venceu as provas de 50m livre e 50m borboleta e ficou em quarto lugar nos 100m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/cielo-perde-folego-e-fica-fora-do-podio-nos-100m-livre-por-um-centesimo.html).
http://s.glbimg.com/es/ge/f/620x283/2011/07/25/nat_jasondunford_afp.jpgJason Dunford: protesto após o ouro conquistado por Cesar Cielo nos 50m borboleta
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Ao se tornar campeão mundial nos 50m borboleta, Cielo teve de enfrentar a resistência de alguns adversários, que não concordaram com a decisão do TAS de manter apenas a advertência imposta pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Logo após a prova, o queniano Jason Dunford fez sinal de negativo (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/aliviado-apos-ouro-cielo-desabafa-estou-aqui-de-pe-estou-aqui-lutando.html) enquanto o brasileiro chorava com a conquista do ouro. Dunford logo ganhou apoio do sul-africano Roland Schoeman, campeão olímpico em Atenas-2004, que também esteve no Mundial. No twitter, Schoeman criticou a decisão do TAS e elogiou a reação do queniano. O francês Alain Bernard e o americano Jason Lezak também criticaram o tribunal. O ouro de Felipe França nos 50m peito também foi contestado. Sites americanos acusaram o brasileiro de fazer um movimento de perna ilegal na hora da chegada (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/sites-questionam-movimento-irregular-de-felipe-franca-nos-50m-peito.html). Como nenhum adversário protestou e a Fina não aceita recursos em vídeo, o resultado foi mantido.
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Quem pensou que o desempenho no Pan-Pacífico era apenas fogo de palha se decepcionou. Após superar Michael Phelps na competição do ano passado, o americano Ryan Lochte (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/na-agua-ou-no-videogame-so-lochte-consegue-superar-phelps-em-xangai.html) comprovou no Mundial de Xangai o posto de novo astro da natação mundial. Na piscina do Centro Esportivo, não viu Phelps ou qualquer outro nadador à sua frente. Faturou cinco ouros, sendo quatro individuais, e um bronze no revezamento 4x100m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/com-phelps-na-agua-eua-ficam-atras-de-australia-e-franca-no-4x100m-livre.html). Tudo isso sem sequer vibrar, como se fosse apenas uma prévia do que vem por aí em Londres-2012.
http://s.glbimg.com/es/ge/f/620x283/2011/07/29/lochte1.jpgRyan Lochte: quatro ouros individuais e um surpreendente recorde mundial em Xangai
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Coube também a Ryan Lochte a missão de tirar os recordes mundiais da geladeira. Desde a proibição dos supermaiôs, em 2009, as marcas estavam congeladas, mas o americano brilhou nos 200m medley (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/lochte-quebra-o-recorde-mundial-nos-200m-medley-thiago-bate-em-sexto.html) e conseguiu o que parecia impossível. No último dia de competição, outro recorde mundial foi quebrado: o chinês Yang Sun, de apenas 19 anos, baixou a marca dos 1.500m (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/chines-de-19-anos-derruba-recorde-mundial-de-uma-decada-nos-1500m.html), que por sinal era a única a ter sobrevivido à era dos trajes tecnológicos.
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Embalada pelo sucesso das Olimpíadas de Pequim-2008, a equipe chinesa fez bonito em casa e, por pouco, não tirou o título das mãos dos americanos. A disputa pela liderança no quadro de medalhas se arrastou até o último dia da competição em Xangai, mas os americanos acabaram levando a melhor, por apenas dois ouros. Yang Sun, xodó da torcida, garantiu dois ouros, uma prata e um bronze, para delírio da torcida.
fonte:g1 (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/08/mundial-de-xangai-consagra-lochte-derruba-marcas-e-ve-brasil-mais-forte.html)
Foi apenas uma semana de natação em Xangai, mas muita água correu nas piscinas. Apesar das polêmicas fora d'água, o Brasil cravou sua melhor participação em Mundiais, com quatro ouros. Michael Phelps deu lugar a Ryan Lochte como melhor nadador do planeta, um jovem astro chinês surgiu, e até o que parecia impossível aconteceu: dois recordes mundiais caíram, mesmo com a proibição dos supermaiôs. Confira abaixo os fatos mais relevantes do Mundial de Esportes Aquáticos, que chegou ao fim neste domingo.
http://s.glbimg.com/es/ge/f/original/2011/07/31/cielo-montagem.jpg2.jpgCielo, Lochte e Sun: personagens do Mundial de Esportes Aquáticos, em Xangai
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O Mundial de 2009, em Roma, foi um divisor de águas para o Brasil. Com um campeão olímpico no elenco, o país entrou definitivamente na elite da natação ao conquistar dois ouros, uma prata e um bronze, além de estar presente em 18 disputas de medalhas. Em Xangai, os brasileiros reduziram em um terço o número de finais, mas carregaram na tinta dourada: foram quatro subidas ao degrau mais alto do pódio, garantindo pela segunda edição seguida a melhor marca do país na história. Todas as medalhas brasileiras foram de ouro: Ana Marcela Cunha na maratona aquática de 25km (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/ana-marcela-vence-os-25km-e-e-ouro-no-mundial-de-xangai.html), Felipe França nos 50m peito (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/felipe-franca-bate-rival-sul-africano-e-arranca-titulo-mundial-nos-50m-peito.html) e Cesar Cielo nos 50m borboleta (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/cielo-volta-falar-alto-com-bracadas-e-arranca-o-ouro-nos-50m-borboleta.html) e 50m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/imbativel-no-tiro-curto-cielo-voa-nos-50m-livre-e-mantem-o-titulo-mundial.html).
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Três dias antes do início das disputas da natação em Xangai, Cesar Cielo não sabia se poderia competir. Absolvido pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) na acusação de doping (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/tas-mantem-advertancia-e-cielo-e-liberado-para-disputar-o-mundial.html), o brasileiro foi liberado para competir. E fez bonito na piscina do Centro Esportivo Oriental. Venceu as provas de 50m livre e 50m borboleta e ficou em quarto lugar nos 100m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/cielo-perde-folego-e-fica-fora-do-podio-nos-100m-livre-por-um-centesimo.html).
http://s.glbimg.com/es/ge/f/620x283/2011/07/25/nat_jasondunford_afp.jpgJason Dunford: protesto após o ouro conquistado por Cesar Cielo nos 50m borboleta
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Ao se tornar campeão mundial nos 50m borboleta, Cielo teve de enfrentar a resistência de alguns adversários, que não concordaram com a decisão do TAS de manter apenas a advertência imposta pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Logo após a prova, o queniano Jason Dunford fez sinal de negativo (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/aliviado-apos-ouro-cielo-desabafa-estou-aqui-de-pe-estou-aqui-lutando.html) enquanto o brasileiro chorava com a conquista do ouro. Dunford logo ganhou apoio do sul-africano Roland Schoeman, campeão olímpico em Atenas-2004, que também esteve no Mundial. No twitter, Schoeman criticou a decisão do TAS e elogiou a reação do queniano. O francês Alain Bernard e o americano Jason Lezak também criticaram o tribunal. O ouro de Felipe França nos 50m peito também foi contestado. Sites americanos acusaram o brasileiro de fazer um movimento de perna ilegal na hora da chegada (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/sites-questionam-movimento-irregular-de-felipe-franca-nos-50m-peito.html). Como nenhum adversário protestou e a Fina não aceita recursos em vídeo, o resultado foi mantido.
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Quem pensou que o desempenho no Pan-Pacífico era apenas fogo de palha se decepcionou. Após superar Michael Phelps na competição do ano passado, o americano Ryan Lochte (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/na-agua-ou-no-videogame-so-lochte-consegue-superar-phelps-em-xangai.html) comprovou no Mundial de Xangai o posto de novo astro da natação mundial. Na piscina do Centro Esportivo, não viu Phelps ou qualquer outro nadador à sua frente. Faturou cinco ouros, sendo quatro individuais, e um bronze no revezamento 4x100m livre (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/com-phelps-na-agua-eua-ficam-atras-de-australia-e-franca-no-4x100m-livre.html). Tudo isso sem sequer vibrar, como se fosse apenas uma prévia do que vem por aí em Londres-2012.
http://s.glbimg.com/es/ge/f/620x283/2011/07/29/lochte1.jpgRyan Lochte: quatro ouros individuais e um surpreendente recorde mundial em Xangai
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Coube também a Ryan Lochte a missão de tirar os recordes mundiais da geladeira. Desde a proibição dos supermaiôs, em 2009, as marcas estavam congeladas, mas o americano brilhou nos 200m medley (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/lochte-quebra-o-recorde-mundial-nos-200m-medley-thiago-bate-em-sexto.html) e conseguiu o que parecia impossível. No último dia de competição, outro recorde mundial foi quebrado: o chinês Yang Sun, de apenas 19 anos, baixou a marca dos 1.500m (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/07/chines-de-19-anos-derruba-recorde-mundial-de-uma-decada-nos-1500m.html), que por sinal era a única a ter sobrevivido à era dos trajes tecnológicos.
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Embalada pelo sucesso das Olimpíadas de Pequim-2008, a equipe chinesa fez bonito em casa e, por pouco, não tirou o título das mãos dos americanos. A disputa pela liderança no quadro de medalhas se arrastou até o último dia da competição em Xangai, mas os americanos acabaram levando a melhor, por apenas dois ouros. Yang Sun, xodó da torcida, garantiu dois ouros, uma prata e um bronze, para delírio da torcida.
fonte:g1 (http://globoesporte.globo.com/aquaticos/noticia/2011/08/mundial-de-xangai-consagra-lochte-derruba-marcas-e-ve-brasil-mais-forte.html)