Athos
19-05-2011, 01:57 PM
Presidente dos EUA negou que Osama bin Laden seja 'mártir' da região.
Americano citou Brasil como exemplo de desenvolvimento com democracia.
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta quinta-feira (19) que espera que mais líderes deixem o poder no mundo árabe, depois das quedas dos regimes ditatoriais de Tunísia e Egito.
http://www.edgarlisboa.com.br/wp-content/2010/11/barack-obama-usa.jpg
Em discurso na Casa Branca sobre a política norte-americana para os países arabes, Obama reafirmou o compromisso americano em promover as reformas e a transição para a democracia na região. O democrata afirmou que, nos próximos meses, os EUA vão mobilizar todos os recursos possíveis para encorajar as reformas na região.
Obama negou que Osama bin Laden, líder da al-Qaeda morto em 2 de maio pelos americanos no Paquistão, seja um "mártir". O democrata disse que as ideias do terrorista são rejeitadas na região.
O democrata também afirmou que o destino dos EUA depende do Oriente Médio e no norte da África, agitados por uma série de rebeliões populares desde o início do ano.
Ele afirmou que é um erro o fato de o poder estar concentrado nas mãos de "muito poucas pessoas na região".
Ele afirmou que o caminho da repressão, seguido por muitos regimes na região, não funciona.
Pedindo democracia na região, Obama voltou a citar o Brasil(Pasmem) como exemplo de país que está evoluindo em um ambiente democrático.
Obama afirmou que em alguns casos a mudança vai levar tempo, e em outras será mais rápida. "Havera bons dias e maus dias", disse.
O democrata também afirmou que a corrida por armas nucleares na região "não beneficia a ninguém".
Fonte: G1
Americano citou Brasil como exemplo de desenvolvimento com democracia.
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta quinta-feira (19) que espera que mais líderes deixem o poder no mundo árabe, depois das quedas dos regimes ditatoriais de Tunísia e Egito.
http://www.edgarlisboa.com.br/wp-content/2010/11/barack-obama-usa.jpg
Em discurso na Casa Branca sobre a política norte-americana para os países arabes, Obama reafirmou o compromisso americano em promover as reformas e a transição para a democracia na região. O democrata afirmou que, nos próximos meses, os EUA vão mobilizar todos os recursos possíveis para encorajar as reformas na região.
Obama negou que Osama bin Laden, líder da al-Qaeda morto em 2 de maio pelos americanos no Paquistão, seja um "mártir". O democrata disse que as ideias do terrorista são rejeitadas na região.
O democrata também afirmou que o destino dos EUA depende do Oriente Médio e no norte da África, agitados por uma série de rebeliões populares desde o início do ano.
Ele afirmou que é um erro o fato de o poder estar concentrado nas mãos de "muito poucas pessoas na região".
Ele afirmou que o caminho da repressão, seguido por muitos regimes na região, não funciona.
Pedindo democracia na região, Obama voltou a citar o Brasil(Pasmem) como exemplo de país que está evoluindo em um ambiente democrático.
Obama afirmou que em alguns casos a mudança vai levar tempo, e em outras será mais rápida. "Havera bons dias e maus dias", disse.
O democrata também afirmou que a corrida por armas nucleares na região "não beneficia a ninguém".
Fonte: G1