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09-06-2010, 09:53 PM
No último domingo (6), a Polícia Civil de São Paulo divulgou informações sobre a prisão de João Sperandio Neto, de 24 anos, acusado de invadir um sistema de um banco de investimentos e roubar as senhas dos diretores. Com os dados em mãos, pediu US$ 500 mil dólares para consertar a fenda encontrada no sistema.
Neto teria feito contato com o banco no último dia 31 de maio, alegando ter dados sigilosos do banco após ter realizado a invasão no sistema. Em outro contato, feito no dia seguinte, teria combinado um encontro no feriado do último dia 3 de junho, na sede do banco, próximo à Av. Paulista. A ação da Delegacia de Repressão a Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos da Polícia Civil de São Paulo permitiu que a prisão ao hacker fosse feita em flagrante.
Segundo o delegado Massilon Bernardes Filho, neto teria enviado duas mensagens ao banco. Na primeira, afirmou ter quebrado o sistema de segurança e já ter senhas de diretores. Na segunda, colocou-se à disposição para consertar o problema, mediante a uma modesta quantia de US$ 500 mil. O encontro foi acertado por telefone com a diretoria do banco.
Ainda de acordo com a polícia, Neto possui antecedentes criminais. Em 2008, foi indicado por formação de quadrilha e furto qualificado depois de desviar dinheiro de contas bancárias. O processo foi respondido em liberdade.
O hacker foi acusado de rime de extorsão e, se condenado, cumpre pena que varia de quatro a dez anos. O nome do banco não foi revelado.
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ESTOU ME PAPOCANDO DE RIR AHAHAHAHAH!!!
Neto teria feito contato com o banco no último dia 31 de maio, alegando ter dados sigilosos do banco após ter realizado a invasão no sistema. Em outro contato, feito no dia seguinte, teria combinado um encontro no feriado do último dia 3 de junho, na sede do banco, próximo à Av. Paulista. A ação da Delegacia de Repressão a Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos da Polícia Civil de São Paulo permitiu que a prisão ao hacker fosse feita em flagrante.
Segundo o delegado Massilon Bernardes Filho, neto teria enviado duas mensagens ao banco. Na primeira, afirmou ter quebrado o sistema de segurança e já ter senhas de diretores. Na segunda, colocou-se à disposição para consertar o problema, mediante a uma modesta quantia de US$ 500 mil. O encontro foi acertado por telefone com a diretoria do banco.
Ainda de acordo com a polícia, Neto possui antecedentes criminais. Em 2008, foi indicado por formação de quadrilha e furto qualificado depois de desviar dinheiro de contas bancárias. O processo foi respondido em liberdade.
O hacker foi acusado de rime de extorsão e, se condenado, cumpre pena que varia de quatro a dez anos. O nome do banco não foi revelado.
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