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Ver Versão Completa : [Review]Nokia 5530 é touch básico, mas nem tanto.



CCV_Shino
18-12-2009, 05:03 PM
http://info.abril.com.br/reviews/img/nokia-5530-e-touch-basico-mas-nem-tanto/1.jpg

A nova geração touchscreen (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?touchscreen1) da Nokia (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?nokia1) chegou aos celulares (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/) básicos com o 5530 XpressMusic (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?xpressmusic1). E o aparelho vai além daqueles concorrentes divertidos com tela sensível ao toque, mas quase sem recursos. Ele manda bem como substituto de iPod (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?ipod1), tem o melhor reconhecimento de escrita que já vimos e pode se conectar à internet por Wi-Fi (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?wifi1). Só decepciona porque o touchscreen (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?touchscreen1) resistivo de 2,9 polegadas não é aquela maravilha para deslizar com o dedo e por ficar devendo 3G (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?3g1) e GPS (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/gps/). Seu preço está na média: 799 reais.

Como já dissemos em vários reviews de aparelhos com Symbian (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?symbian1), está claro que o sistema operacional precisa de uma recauchutada, pois não parece ter sido desenvolvido especialmente para comandar sem botões. Mas aqui o programa funciona bem. A tela inicial mostra, na barra superior, até 20 contatos com fotos. No centro, ficam as atualizações do e-mail e um player de música. Na parte de baixo, existem quatro atalhos personalizáveis para aplicações, que dão acesso rápido às ferramentas mais utilizadas.

O problema é que nenhum desses widgets é realmente prático, por causa da programação em camadas do Symbian (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?symbian1). Para trocar os atalhos, por exemplo, é necessário entrar em Menu > Configurações > Pessoal > Tela inicial > Atalhos. Em seu concorrente Samsung Star (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/samsung-star-e-o-basicao-touch-screen.shtml), basta arrastar o aplicativo desejado de uma barra lateral para a tela inicial. No entanto, a coisa mais irritante é a necessidade de clicar duas vezes nos links das listas – uma para selecionar e outra para abrir o item desejado. E tudo isso no velho esquema com barras de rolagem, seguindo o estilo do Windows Mobile (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?windows_mobile1).

Existem ainda outros recursos interessantes, mas chatos de configurar. Para integrar um contato ao Twitter, por exemplo, é preciso digitar o longo endereço do RSS correspondente na página de configuração da pessoa cadastrada. Imagine o trabalho que daria fazer isso com toda a sua lista de amigos. Detalhe: nesse caso, especificamente, o teclado completo não aparece, obrigando o usuário a escrever por um teclado numérico. Em quase todos os outros aplicativos, como e-mail e navegador, um QWERTY fica disponível quando o aparelho está na horizontal.

Jeitão de frágil



O único botão indispensável para navegar pelas funções do 5530 XpressMusic (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?xpressmusic1) é um sensível ao toque, localizado abaixo da tela, que te leva ao menu principal. Existe também um acima da tela para abrir atalhos de aplicativos de música, vídeo e internet. A tão falada interface háptica é uma frescurinha legal. Ao receber um clique, a tela afunda levemente, passando a impressão de que você realmente está tocando num botão. Além disso, o aparelho dá uma vibrada a cada comando.

Mesmo sendo touchscreen (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?touchscreen1) e com design bonitinho, não dá para elogiar o design, por causa do acabamento frágil. Sua tampa sai com muita facilidade, às vezes até quando retiramos a caneta do compartimento especial. Pode ser uma questão subjetiva, mas os concorrentes Samsung Star (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/samsung-star-e-o-basicao-touch-screen.shtml) e LG (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?lg1) Cookie aparentam ser mais robustos e bonitos.

Assim como o Nokia 5800 (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/fucamos-no-nokia-tube-ops-5800-xpressmusic.shtml), seu irmão maior, o modelo tem um slot na lateral, protegido por uma tampa, para o cartão de memória de 4 GB e para o SIM Card. Tinha tudo para facilitar a sua vida, mas só dificulta: para tirar o microSD, é preciso recorrer ao método de pressioná-lo com uma tampa de caneta. Quanto ao chip, é pior ainda. É necessário remover a tampa e a bateria, depois usar a stylus ou qualquer outro objeto fino para empurrá-lo. O acesso à conexão microUSB também não é dos mais fáceis.

Um celular para curtir



Como o nome já entrega, o 5530 XpressMusic (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?xpressmusic1) manda bem quando o assunto é... música. Mas não traz novidades significativas. Seu player é bem parecido com o dos modelos antigos da Nokia (http://info.abril.com.br/reviews/tags/tagslist.shtml?nokia1), que mostram a capa do disco somente quando ele está tocando. A escolha das canções é por meio de listas simples. Fora isso, tem um equalizador simples e suporte a rádio FM. Ponto para os alto-falantes com qualidade acima da média para um celular (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/). No mais, vem com um disco da banda Little Joy na memória.

Se o teclado dá mancada em algumas situações, uma boa opção é o reconhecimento de escrita do celular (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/). Ele permite que você desenhe um caractere por cima do outro, agilizando a digitação, inclusive de palavras com acentos. Outras ferramentas que serviriam para deixar o celular (http://info.abril.com.br/reviews/hardware/celulares/) mais produtivo, como o navegador e o sistema de e-mails, não são das mais práticas. ~~


Fonte: http://info.abril.com.br