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18-08-2009, 07:49 AM
Produto deve ser usado em pequena quantidade para não ressecar pele.
Especialistas recomendam limpeza com água e sabonete.
Nesta semana, milhões de estudantes voltam às aulas e a grande preocupação de pais e escolas é evitar a contaminação com o vírus da nova gripe.
Por conta disso, o álcool em gel para limpar as mãos virou item básico do material escolar. No entanto, a utilização do produto requer cuidados, de acordo com especialistas consultados pelo G1. Veja abaixo as recomendações.
DICAS PARA USAR O ÁLCOOL GEL COM SEGURANÇA
Quantidade do produto
- Não usar em grande quantidade para não ressecar a pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o equivalente a "um grãozinho de ervilha" para as duas mãos é suficiente.
Número de aplicações
- Usar muitas vezes ao dia pode ressecar a pele, mesmo quando o produto tiver hidratante. O ideal é aplicar o álcool em gel quando as mãos estiverem sujas ou contaminadas - após espirrar ou assoar o nariz, por exemplo.
Lavar as mãos
- Sempre que possível, é aconselhável trocar o álcool em gel pelo sabonete, de preferência, de glicerina, que agride menos a pele.
Hidratação da pele
- Para evitar que a pele fique ressecada pelo uso do álcool em gel, é aconselhável aplicar creme para mãos de três a quatro vezes por dia.
Álcool para limpeza
- Especialistas divergem sobre o uso de álcool em gel para limpeza nas mãos. A Sociedade Brasileira de Dermatologia e o Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo dizem que pode ser usado se for álcool puro, sem outros detergentes. A Sociedade Brasileira de Infectologia e a Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza, porém, dizem que o álcool para limpeza deve ser aplicado somente em utensílios e superfícies.
Ingestão
- O álcool gel não pode ser ingerido porque é altamente tóxico. No entanto, não é prejudicial se uma criança, por exemplo, levar a mão à boca após aplicar o produto.
Proteção
- O álcool em gel elimina bactérias que estão nas mãos, mas não as protege de novas contaminações.
Percentual de álcool
- O mais indicado é a solução com 70% de álcool e 30% de água, afirmam os médicos.
Álcool líquido
- Especialistas afirmam que a solução líquida não deve ser usada para higiene da mão por ser inflamável e ressecar a pele. Não é aconselhável também misturar o álcool líquido com água porque, segundo os especialistas, produtos químicos não podem ter sua composição alterada.
Fonte: Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, Sociedade Brasileira de Dermatologia e Sociedade Brasileira de Infectologia
Pele ressecada
Médicos dizem que o uso em excesso do álcool em gel pode ressecar a pele, especialmente das crianças, que são mais sensíveis.
"O álcool gel irrita menos a pele do que o líquido e tem um poder de limpeza. Não é esterilização, mas proporciona uma higienização adequada. Mas têm algumas pessoas que são mais sensíveis e o uso em excesso pode ressecar a pele", destaca Célia Kalil, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Célia diz que, sempre que possível, é indicado trocar o álcool em gel pela lavagem tradicional das mãos. "O sabonete de glicerina para a pele é melhor porque agride menos. Em todos os casos, é preciso lembrar de enxaguar bem as mãos, para o excesso de sabonete não irritar a pele."
Especialistas recomendam limpeza com água e sabonete.
Nesta semana, milhões de estudantes voltam às aulas e a grande preocupação de pais e escolas é evitar a contaminação com o vírus da nova gripe.
Por conta disso, o álcool em gel para limpar as mãos virou item básico do material escolar. No entanto, a utilização do produto requer cuidados, de acordo com especialistas consultados pelo G1. Veja abaixo as recomendações.
DICAS PARA USAR O ÁLCOOL GEL COM SEGURANÇA
Quantidade do produto
- Não usar em grande quantidade para não ressecar a pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o equivalente a "um grãozinho de ervilha" para as duas mãos é suficiente.
Número de aplicações
- Usar muitas vezes ao dia pode ressecar a pele, mesmo quando o produto tiver hidratante. O ideal é aplicar o álcool em gel quando as mãos estiverem sujas ou contaminadas - após espirrar ou assoar o nariz, por exemplo.
Lavar as mãos
- Sempre que possível, é aconselhável trocar o álcool em gel pelo sabonete, de preferência, de glicerina, que agride menos a pele.
Hidratação da pele
- Para evitar que a pele fique ressecada pelo uso do álcool em gel, é aconselhável aplicar creme para mãos de três a quatro vezes por dia.
Álcool para limpeza
- Especialistas divergem sobre o uso de álcool em gel para limpeza nas mãos. A Sociedade Brasileira de Dermatologia e o Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo dizem que pode ser usado se for álcool puro, sem outros detergentes. A Sociedade Brasileira de Infectologia e a Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza, porém, dizem que o álcool para limpeza deve ser aplicado somente em utensílios e superfícies.
Ingestão
- O álcool gel não pode ser ingerido porque é altamente tóxico. No entanto, não é prejudicial se uma criança, por exemplo, levar a mão à boca após aplicar o produto.
Proteção
- O álcool em gel elimina bactérias que estão nas mãos, mas não as protege de novas contaminações.
Percentual de álcool
- O mais indicado é a solução com 70% de álcool e 30% de água, afirmam os médicos.
Álcool líquido
- Especialistas afirmam que a solução líquida não deve ser usada para higiene da mão por ser inflamável e ressecar a pele. Não é aconselhável também misturar o álcool líquido com água porque, segundo os especialistas, produtos químicos não podem ter sua composição alterada.
Fonte: Associação Brasileira da Indústria de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, Sociedade Brasileira de Dermatologia e Sociedade Brasileira de Infectologia
Pele ressecada
Médicos dizem que o uso em excesso do álcool em gel pode ressecar a pele, especialmente das crianças, que são mais sensíveis.
"O álcool gel irrita menos a pele do que o líquido e tem um poder de limpeza. Não é esterilização, mas proporciona uma higienização adequada. Mas têm algumas pessoas que são mais sensíveis e o uso em excesso pode ressecar a pele", destaca Célia Kalil, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Célia diz que, sempre que possível, é indicado trocar o álcool em gel pela lavagem tradicional das mãos. "O sabonete de glicerina para a pele é melhor porque agride menos. Em todos os casos, é preciso lembrar de enxaguar bem as mãos, para o excesso de sabonete não irritar a pele."