CCV_Stealth
06-08-2009, 06:12 PM
Pedro Paulo Pereira Pinto Pires, pequeno pintor, português, pintava
portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu
pintar panfletos. Partindo para Piracicaba , pintou prateleiras para poder
progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando,prosseguiu
para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido,porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir
permissãopara papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto,Paris.
Partindo para Paris , passou pelos Pirinéus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos
pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores
passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente
pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente,
possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios
pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos,
preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro
Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões
passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmentepor pretender partir prontamente para Portugal . Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para
prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. - Paris ! Paris ! -
proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente,
pois pretendo progredir. Pisando Portugal , Pedro Paulo procurou pelos
pais, porém, Papai Procópio partira para a província. Pedindo
provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez
percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: -
Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia . - Porque pintas
porcarias? - Papai - proferiu Pedro Paulo -, pinto porque permitiste,
porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder
provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal .
Pegando Pedro
Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão
perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para
poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,
passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo
pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar
primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio
procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar
pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes
pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir
perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar
preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto, pararei.
Retirado do Jornal da Rua – de Outubro de 2002 – Piada do Orelhinha
E eu que ficava me achando com o "O Rato Roeu a Roupa do Rei de Roma"
portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu
pintar panfletos. Partindo para Piracicaba , pintou prateleiras para poder
progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando,prosseguiu
para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido,porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir
permissãopara papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto,Paris.
Partindo para Paris , passou pelos Pirinéus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos
pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores
passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente
pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente,
possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios
pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos,
preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro
Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões
passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmentepor pretender partir prontamente para Portugal . Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para
prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. - Paris ! Paris ! -
proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente,
pois pretendo progredir. Pisando Portugal , Pedro Paulo procurou pelos
pais, porém, Papai Procópio partira para a província. Pedindo
provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez
percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: -
Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia . - Porque pintas
porcarias? - Papai - proferiu Pedro Paulo -, pinto porque permitiste,
porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder
provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal .
Pegando Pedro
Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão
perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para
poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,
passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo
pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar
primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio
procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar
pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes
pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir
perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar
preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto, pararei.
Retirado do Jornal da Rua – de Outubro de 2002 – Piada do Orelhinha
E eu que ficava me achando com o "O Rato Roeu a Roupa do Rei de Roma"