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Ver Versão Completa : [Spoilers]Veja os spoilers do dia!(1/07)



CCV_Athos
01-07-2009, 12:52 PM
Spoilers dia 1 de junho de 2007

Royal Pains - 1×04: TB or Not TB



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Enfim descobriram a fórmula para fazer Royal Pains ficar interessante. É só colocar o foco no Evan que a gente tem o episódio mais divertido até o momento.
“Me escute, sou um bárbaro.”
Spoilers Abaixo:


Como já previa o meu xará Thiago Leal no dois reviews anteriores - e por essa colaboração fico muito grato - , Royal Pains continua caminhando pro estilo ‘paciente da semana’, e deixando de lado o ambiente em si dos Hamptons. Concordo que não é uma atitude muito inteligente desperdiçar o seu (provável) diferencial em meio a tantas outras séries médicas, mas nesse quarto episódio os ricaços não fizeram tanta falta assim.
O episódio começa com mais uma das mirabolantes idéias de Evan para alavancar a HankMed. Em meio à treinos de Tênis e bizarras sugestões de nomes pra festas, nos lembramos de que existe vida pregressa nessa história. Sim, pois com todo esse ambiente da série é fácil ter se esquecido da ex-noiva de Hank. Francamente, nem lembro mais do rosto da atriz. Mas se é pra arriscar, aposto que ela aparece na série ainda nessa temporada.
Como não estamos falando de uma série que é um primor de originalidade, ficou meio óbvio que o dia do ex-casamento seria dedicado à Jill. Não que esse clichê tenha prejudicado a história, afinal esse fato não foi muito abordado no episódio. Tirando o finalzinho meloso, a situação de Hank e Jill, novamente, pouco foi explorada - e pelo diálogo no fim do episódio, os produtores deixaram bem claro que não pretendem correr com essa relação. Por mim ótimo… se a série ficar romântica demais vai acabar perdendo o sentido.
Sobre a paciente da semana, se a gente for pro lado filosófico da coisa, dá pra ter várias interpretações. Basicamente, o seu problema foi simples: ser uma workaholic (viciada em trabalho). Seu dia-a-dia estressante que ocasionou o problema. Em uma série em que o tema, ao menos em tese, é sobre a ‘realeza’ que não trabalha, é ao mínimo estranho você ‘presentear’ um dos poucos trabalhadores do Hamptons com uma doença grave assim. Quando ouvi sobre a série a primeira vez, pensei que iriam colocar as mais graves para os figurões, pra fazer aquela jogadinha ‘o dinheiro não compra tudo’. Errei, ponto pra série.
Antes de piorar, a personagem alega que começou a ser assim após a separação do marido. Daria pra explorar esse lado da coisa, mostrando que o Hank sofreu algum tipo de problema com a separação… mas isso não aconteceu. Aliás, pra quem estava prestes a casar quando se separou, Hank parece estar levando bem até demais. Falta um pouquinho de drama aí. Ou isso, ou ele é uma rocha.
Mesmo com tudo isso, o episódio foi muito bom. Porque? Simplesmente pelo Evan. Ele, assim como a Divya (que também ganhou destaque nesse episódio), merecem mais espaço nos episódios, pois é nos momentos que estão em cena que a série decola. A tradução de Evan do italiano foi algo hilário, e a forma como a legenda foi sendo colocada no próprio episódio - “Etc… Etc… Etc…” - passou muito bem a sensação de que o Evan realmente não fazia nenhuma idéia do que estava falando. Ele com a injeção no braço gemendo “Lo amo, lo amo” foi engraçado demais.
Tivemos também a reaparição de Boris, e as suas cenas, se por um lado não são muito grandes, são sempre marcantes. Ainda não deu pra formar uma opinião sobre o caráter do milionário, mas o próprio tubarão e as palavras que usou com Evan mostraram que o cara é mais profundo do que aparentava ser. Espero que ele ganhe mais destaque na série também.
Como ‘pequeno mistério’, fica a pergunta de quem é o tal ex da Jill. Não que seja algo de tirar o sono de algúem como o que aconteceu com a turma de Lost quando explodiram a bomba, mas é algo de interessante para expecular. Será que é alguém da série, ou um personagem novo vai aparecer? E, aliás, cadê o ex-médico de Boris que jurou vingança e nunca mais apareceu?


Burn Notice - 3×04: Fearless Leader


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Com esse episódio, Burn Notice acaba de confirmar que a terceira temporada tem tudo para ser a melhor até agora.
Spoilers Abaixo:

Mesmo não tento o mesmo brilhantismo da semana passada, esse foi facilmente um episódio dos mais divertidos. Parte dessa leve decaída deve-se a Moon Bloodgood. Seu personagem foi a coisa mais sem química e sem carisma que já passou pela série. A detetive Paxson que era para ser uma “adversária” a altura de Michael, causou menos dor de cabeça do que o auditor da receita federal causou em Sam. Pelo menos ao que parece o arco da detetive Paxson teve sua conclusão nesse episódio.
Por outro lado, Tommy o bandido gente boa, trouxe a diversão da semana. A cena do assalto a lavanderia foi o ponto alto do episódio. Ver Michael improvisando um assalto perfeito e ao mesmo tempo ir levando as coisas como se as boas idéias fossem de Tommy, foi simplesmente genial.
Comparado com Brennen (o traficante de armas da semana passada) Matheson (o inimigo público dessa semana) não passa de uma criança. Fazia tempo que Michael e Cia não tinham um caso tão fácil. Se não fosse para cair nas boas graças da detetive Paxson acredito que o ex-espião nunca se incomodaria com Matheson. Pelo menos foi bom pra ajudar o pobre Tommy e serviu para Fi gastar um pouco dos explosivos dela na armadilha.
Tenho que admitir a trama paralela de Sam e o auditor da receita federal não foi das mais interessantes. Mas pelo meno serviu para trazer um pouco mais de leveza para o episódio.
Porém, a coisa mais importante que aconteceu foi no finalzinho. Michael está livre das pessoas que o queimaram, está livre da polícia, mas não quer saber de começar do zero. Seu maior objetivo é voltar para o mundo da espionagem, e isso parte do coração de Fi.
Por algum motivo não teremos Burn Notice na semana que vem, mas em duas semanas as coisas prometem pegar fogo. Veja o promo logo abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=dVa0fxT4VsI&eurl=http%3A%2F%2Fwww.seriemaniacos.com.br%2Fblog% 2Fburn-notice-3x04-fearless-leader%2F&feature=player_embedded



Hung - 1×01: Pilot [Series Premiere]

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Quem esperava uma Californication da HBO se surpreendeu! Hung é bem comedida e com uma visão antropológica muito mais próxima do real que sua concorrente. Humor negro com uma pitada de pimenta.
Spoilers Abaixo:
Ray (interpretado pelo ótimo Thomas Jane, do filme O Nevoeiro) é o típico americano médio que tinha tudo pra dar certo e acabou de fora do american dream (não consigo pensar em alguém que faria esse tipo de looser melhor). Professor, separado e com dois filhos esquisitos, ele se vê afogado em dívidas quando sua casa é incendiada (numa ótima sequência, onde detalhes da pobre casa são filmados bem de perto sem barulho algum). Claro que depois disso seus filhos vão morar com sua ex-esposa.
O encaixe do flashback dentro do flashback foi muito bem feito e serviu pra mostrar a qualidade do trabalho de Anne Heche (Men in Trees), que foi da loucura e indignação à singela civilidade com o ex-marido em questão de segundos. Espero vê-la mais presente na trama.
A melhor química, entretando, é entre o Ray e a Tanya (Jane Adams). Após um one night stand, os dois se reencontram num seminário de como-ganhar-dinheiro-rápido-e-fácil. Ela é uma aspirante a poeta meio maluquinha, mas é a chave para o Ray descobir sua próxima ferramenta de trabalho (com trocadilho).
O cara tem um pênis enorme e resolve que é com ele que irá ganhar a vida (a cena dele assumindo a ignorância e falta de habilidades é comovente). Anunciando no jornal como um prostituto, é rejeitado logo no primeiro encontro e volta para a sua barraca armada (to ótimo hoje!) no quintal afim de pensar em outras formas de monetizar seu twitter membro.
Tanya aparece com a sua ferramenta de trabalho (um pão lírico, entenda como quiser) e se prontifica a ajudar o amigo a se vender, desde que ganhe alguma porcentagem dos negócios. E essa inversão de gêneros é o maior trunfo da série. Cafetina e prostituto, então, se acertam para uma aventura que promete.


SPoilers do dia 30 de junho

Lost - 5×16/17: The Incident [Season Finale]




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Carlton Cuse e Damon Lindelof, sei que nunca vou receber a resposta para isso mais…Como? Como vocês conseguem fazer finais de temporadas assim? Simplesmente, perfeitos.
Spoilers Abaixo:

Primeiramente, essa tem que ganhar o prêmio de cold open mais mitológica de todas! A Identidade de Jacob é revelada, o que aparenta ser o Black Rock ronda a ilha e de bônus até vemos o perfil da estátua, definitivamente o melhor início de um episódio de Lost em anos e como eu falei no parágrafo que abre essa review, perfeito.
Em seguida, um flashback de Kate criança e pelo visto Jacob a visitou ao melhor estilo Richard Alpet. Falando em semelhanças, qual é a desses caras afinal? Alpert não envelhece e Jacob aparentemente também não, eles visitam os sobreviventes e cia durante a infância e ainda tem o mesmo ar sereno, misterioso e calmo.
As histórias começam a tomar desenvolvimento, Sawyer e etc tomam controle do submarino com a intenção de voltar para ilha, Jack descobre um jeito de detonar a bomba sem ter que carregar vinte tonaledas e Locke tira um peso - sem trocadilhos - dos ombros quando descobre que Ben faria qualquer coisa que ele dissesse por causa da ordem do monstro.. Em teoria, tudo vai bem e como era de se esperar, o lado negro da situação é mostrado: Jacob não é de todo bom, já que se tornou responsável pela morte de Nadia (Conscientemente?) e analisando friamente, ajudou os outros a fazerem coisas ruins. Enquanto Jack começa a enfrentar problemas na Dharmaville, entrando em um tiroteio no qual Sayid acaba por ser atingido por Roger Linus. Uau, nem tivemos pausas para respirar.
Mesmo com tantas bombas sendo jogadas em nós - ainda sem trocadilhos - , um dos melhores momentos foi a simples e sem mistérios volta de Vincent, Rose e Bernard, que nos fez refletir sobre toda essa maluquice. O Casal estava com os seus dias contados e encontrou na ilha, o seu lugar para repousar e viver o tempo que eles iriam perder, tranquilamente. Realmente lindo. Só uma observação, essa barba do Bernard foi….Estranha. Muito…Estranha.
Continuando a sequencia de flashbacks, Jacob visita Locke e o toca - suponho que na queda, John realmente morreu e Jacob foi quem o reviveu com o toque mágico. O Mesmo toque que ele deu em Jin e quem sabe…o tornou estéril. Nunca se sabe até onde vão os poderes Dele e suas intenções para guiar todos até a ilha. Vemos também uma estranha e aparentemente sem sentido conversa com Illana e a sutil opção de escolha que ele dá a Hurley. Aliás, é só eu que penso que aquilo não é uma guitarra?
Os últimos vinte minutos desse episódio, são sem sombra de dúvida os melhores. Ben e Locke finalmente encontram Jacob embaixo da estátua e em uma cena que entra para a história da série, o líder da ilha é morto no próprio fogo que iniciou. Foi sábia a decisão dos roteiristas de colocarem ele como centro do episódio, se ele moresse no final, todo o seu enigma morreria junto e ficaria aquela sensação de “Hãn”? A Morte fluiu bem com o roteiro e não ficou deslocada como alguns vão pensar, Jacob se foi por bem. Ou não se foi de qualquer maneira, mas isso é para outra matéria. E Como se não bastasse derreter o nosso cérebro, descobrimos que o Locke não é o Locke, o que leva, finalmente, nossas cabeças a explodir. Oh Deus, como eu adoro essa metáfora.
Falando em explosões - com trocadilho, por favor http://www.seriemaniacos.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif - a tal “The Fork In The Outlet”, é a sequencia de eventos que leva Juliet ser sugada pelo buraco na Swan e no seu último esforço, utilizando ao máximo o resto de força que lhe sobrara, ela ativa a Jughead e manda a ilha pelos ares. O Que acontece? Bom, vamos ter que esperar até a sexta temporada para saber e meus amigos, será uma longa, longa espera. O Que fazer enquanto isso? O Que os fãs de Lost fazem de melhor ué, teorizar.
Bom pessoal, foi muito gratificante fazer os comentários da temporada aqui no site e espero que vocês tenham gostado. Até 2010 com a sexta temporada!
P.s.: O Lost em Branco foi tãaaaaaaaaaaaao legal.
P.s.2: O Mark Pellegrino mal entrou e já saiu do cast, por acaso ele ganha um adicional por cada vez que seu personagem morre? Nurse Jackie - 1×04: School Nurse



http://www.seriemaniacos.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/nurse-jackie-1x04.jpgNurse Jackie está apresentando vários elementos que está fazendo a série ser invejável. Com isso existe até quem diga que Jackie é a nova True Blood, o grande novo hit da temporada e isso torna as cobranças inevitáveis, mas mesmo prestando atenção em cada minuto e sendo o mais chato possível é quase impossível ver a série errar.
Spoilers Abaixo:

Qualquer série que estreie na Showtime já é meio que um novo hit e praticamente a prova de críticas, que diga United States of Tara, uma das grandes estréias da temporada passada da emissora, a série somente tinha um grande elemento, Toni Collete e assim mesmo conseguiu fazer todos saudassem a inexperiente (em séries) Diablo Cody. Esse ano é a vez de Nurse Jackie, o grande hit da temporada e o novo sucesso da Showtime. Quem responsabilidade, não?
Jackie já apresentou quatro episódios e é quase impossível começar uma resenha da série como esse o episódio da vez não fosse o seu piloto. A série evoluiu, os personagens crescem, tudo se torna ainda mais tenso e quem assiste se apaixona.
“School Nurse” até o momento foi o episódio mais tenso da série. Drama, drama e mais drama. Nem vou perguntar o porquê da série ser apontada como uma comédia, na temporada passada com United States of Tara essa pergunta tornou-se tão clichê que nem adianta mais personagem, as séries da Showtime são assim e ponto final.
Neste episódio nós podemos conhecer ainda mais Grace, filha da Jackie, imaginar os reflexos que a storyline da garota irá causar. Ficar conhecendo um pouco mais do Mo-mo. E ver que existem médicos e médicos.
O grande caso médico da semana já chega ditando a regra do episódio: Crianças. E como eu já disse, esse golpe é tão baixo que até cheguei a odiar amar este episódio. Crianças em séries médicas é sinal de muita emoção. Grace emocionou. O caso médico emocionou. E até Mo-mo emocinou e olha que ele nem é criança.
Grace irá render ótimos momentos para a série. Jackie indicou que percebeu que sua filha tem algum problema. Mães são mães, as primeiras a descobrirem e as últimas a aceitarem. Com Jackie não foi diferente. Mas agora algo será feito.
Mo-mo emocinou com ninguém neste episódio, o caso médico foi ótimo para o personagem, quase nada metafórico e super intenso. Mo-mo é a Bailey de Nurse Jackie, se envolve com crianças como ninguém e isso deu tanta profundidade ao personagem, ele não é somente o gay da série. Pois agora parece que existe uma cota. Ele tem seu espaço e ele tem sua storyline.
Ainda usando as criancinhas no episódio, Nurse Jackie mostrou mais um detalhe. Médicos são médicos. Você prefere ser atendido por um George O’Malley ou por uma Christina Yang? George é o médico bobão, me atrapalhado e todo coração. Já a Christina a médica com não erra, perfeita, mas toda gélida. Nurse Jackie está mostrando que essas são as grandes diferença entre Dr. Coop e Dra. O’Hara, respectivamente eles são George e Christina de Nurse Jackie. Isso ficou tão claro os casos médicos do episódio. O cuidado do Dr. Coop com a sua paciente foi admirável, já a frieza da Dr. O’Hara foi… engraçada, confesso, mas não adequada.
Ainda tivemos Zoey, que esteve no mesmo caso do Dr. Coop, nem preciso mais falar que eu adoro a personagem. Estúpida na medida certa.
Eu estou viciado. Nurse Jackie é viciante. E esse é apenas o começo. Acho que posso esperar por muito mais drama e um pouco mais de comédia. E Edie Falco e o restante do elenco na melhor forma.